Júlio de Castilho, Lisboa Antiga; Bairros Orientais, 2ª ed. revista e ampliada pelo autor e com anotações do Engº Augusto Vieira da Silva, vol. IX, Lisboa, S. Industriais da C.M.L., 1937, p.169.
E depois das cegonhas vieram as cebolas (como lhes chama o meu pai)… :-)Abraço
Eu vi algures aí, no monte de papel velho que abunda pela casa, alguns candeeiros de Lisboa. Vou procurar:)
Refere-se aos lampiões a gás?Cumpts.
Obrigado pelo seu interesse. Cumpts. :)
Não. Refiro-me aos que vieram depois e que iluminavam a maioria das ruas e avenidas de Lisboa, até aí aos anos 60. Agora estão em muito poucas ruas.Assim que puder publico uma foto para exemplificar a cebola. :-)Abraço
Já lá está uma!... :-)Abraço
Bem vi. Cumpts. :)
E depois das cegonhas vieram as cebolas (como lhes chama o meu pai)… :-)
ResponderEliminarAbraço
Eu vi algures aí, no monte de papel velho que abunda pela casa, alguns candeeiros de Lisboa. Vou procurar:)
ResponderEliminarRefere-se aos lampiões a gás?
ResponderEliminarCumpts.
Obrigado pelo seu interesse. Cumpts. :)
ResponderEliminarNão. Refiro-me aos que vieram depois e que iluminavam a maioria das ruas e avenidas de Lisboa, até aí aos anos 60. Agora estão em muito poucas ruas.
ResponderEliminarAssim que puder publico uma foto para exemplificar a cebola. :-)
Abraço
Já lá está uma!... :-)
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Bem vi. Cumpts. :)
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