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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Serviço de bordo

 Quando no Delito de Opinião se relembram os velhos sacos de viagem da TAP e onde se comenta, entre outras coisas, o serviço de bordo...
 Aqui vai uma amostra de como era.

Serviço de bordo, Caravela, 196... (Museu da TAP, 1447FOTG-OB CA)

TAP: Serviço de bordo, Avião Caravela, década de 60.
Fotografia: Museu da TAP.

13 comentários:

  1. Que espaçoso e tudo com bom aspecto:)
    Bons tempos esses para viajar de avião.

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  2. Bic Laranja12/8/09 17:25

    Parece espaçoso. Deve ser 1ª classe. Cumpts. :)

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  3. Convém não esquecer que, nesse tempo, quem viajava de avião eram os ricos. Hoje, quem viaja de avião, de um modo geral, são os pobres. As companhias aéreas proletarizaram-se. São, basicamente, um meio de transporte de emigrantes.

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  4. Bic Laranja12/8/09 21:42

    Emigrantes só, não. Mas que se massificou e perdeu nível, não haja dúvidas. Cumpts.

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  5. Bela fotografia, caro Bic. Suponho que isto era publicidade da TAP, não?
    Onde é que arranja estas preciosidades?

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  6. Bic Laranja12/8/09 23:58

    Muito provavelmente. Esta consegui-a mesmo no Museu da TAP. Cumpts.

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  7. Boa foto-memória.
    (Só não percebo por que é que tem preguiça de mandar cumprimentos por inteiro. Pela minha parte, sinta-se dispensado, porque eu não aceito nem retribuo cumprimentos enviados preguiçosamente.)
    Abraço.

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  8. Mérito sobretudo ao fotógrafo.
    No mais, a preguicite serve somente para quem se importe poder farejar o rasto do madraço. Cumpts.

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  9. Carlos Portugal13/8/09 19:47

    Caro Bic:

    Sendo um Caravelle , nos quais viajei bastantes vezes, o espaço não era muito e, para a fotografia, terão tirado os assentos imediatamente à frente dos do casal «publicitário».

    Com efeito, o Caravelle , de dois motores montados na traseira da fuselagem, tinha apenas duas fileiras de bancos duplos (como o da foto), separados por um corredor central. O espaço não era muito, mas era - mesmo na classe «turística» - bem mais desafogado do que os «vagões de gado» made in Airbus de agora. E, além disso, tinham características de voo ímpares, com um conforto sonoro (excepto para os lugares de cauda, junto aos motores) e dinâmico (poucas vibrações) ímpar. Ou seja, era um aparelho que voava muito bem, por ser bem projectado, e não tinha necessidade de recorrer a artifícios de aviónica como os de hoje. E um avião que voa bem é quase sempre confortável.

    Quanto ao serviço, é a diferença entre a atenção ao cliente, apanágio das décadas de 1950-1960, e o distribuir de rações aos «consumidores» de viagens aéreas.

    Que saudades, meu caro!

    Cumprimentos.

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  10. Ponho a hipótese de as costas das cadeiras adiante estarem totalmente rebatidas para a frente. Mas não sei.
    O desafogo ou o aperto depende das versões de cabina das companhias. É claro que quanto mais atulhada de cadeiras, mais passageiros com pouco lugar para as pernas. Há até já uns propõem passageiros viajando de pé. E há primatas que se sujeitam...
    Cumpts.

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  11. Meu caro Bic, o mundo começou a virar-se do avesso quando, há uns vinte anos, nas empresas, os serviços financeiros (e respectivas «engenharias») começaram a valer mais do que os serviços de produção e comerciais. Estes ainda apostavam no longo prazo e estimavam o cliente. Aqueles só pensam no lucro fácil, imediato, e até os clientes foram reduzidos à condição de números. E os números não precisam de atenção, conforto, espaço, pontualidade… muito menos de comidinha tragável. :-)

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  12. Carlos Portugal14/8/09 20:59

    Na «mouche», Cara Luísa!

    Cumprimentos.

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  13. Está muito bem posto, sim senhora. :) Cumpts.

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