Lisboa, terra que me encanta
Terra das cantigas, e dos arraiais
Lisboa, onde tudo canta
Desde as raparigas, até aos pardais...
O dr. Santana continua vivaço. Vi-o há pedaço procurando capitalizar o desagrado que se pressente na gente com a desgraça do Terreiro do Paço. Mas pobre Lisboa! Entre o fado danado de ter um magnífico terreiro do Poder malbaratado às farturas (fartura dalguns) e o delírio da hotelaria a cavalo nas arcadas venha o turista e escolha. Eu, que moro cá, é que já não vou em cantigas...
A Canção de Lisboa, Cottinelli Telmo
(1933)
Quando o melhor que os dois maiores partidos conseguem apresentar para a principal câmara do país são o Lopes e o Costa, isso é sinal que já batemos abaixo do fundo!
ResponderEliminarNão há fundo. A queda é para continuar. Cumpts.
ResponderEliminarCaramba Bic Laranja, agora é que me deixou realmente arrasado. Ainda tinha esperança de bater nalguma coisa para não cair mais!
ResponderEliminarCom o embalo da queda o melhor é nem bater em nada. Pode ser que se abra um pára-quedas. Cumpts. :)
ResponderEliminarInfelizmente, os versos de Lisboa agora já são outros:
ResponderEliminarLisboa, terra que ainda espanta…
Terra dos autarcas, e outros que tais
Lisboa, onde tudo desanda
Desde as pessoas, até aos beirais…
Enfim, são humildes quadras de gosto muito pouco popular... Digo eu!
Abraço
Parece que afinal vingou a versão Vasco Leitão cábula no governo da cidade, não é verdade?
ResponderEliminarCumpts.
Para nossa desgraça!...
ResponderEliminarAbraço