Nos termos do nº 5 do art. 166º da Constituição, um lustroso naco da prosa doutrinária do serviço público de excelência.
(Diário da República, 1.ª série - N.º 104 - 29 de Maio de 2009, pela via do Portugal dos Pequeninos e do eco do Estado Sentido.)
Devíamos ter algum cuidado na abertura destas fábricas. Toda a gente sabe que as ideias fabricadas na China ou na Índia são mais baratas, porque a mão-de-obra é lá mais barata. Fazemos um grande investimento, embandeiramos em arco e, depois, a fábrica das ideias é deslocalizada e nós ficamos sem ideia nenhuma sobre o que fazer à fábrica.
ResponderEliminarRealmente, Caro Bic, só um regime oco de ideias e de ética é que poderia cair neste ridículo. Triste sorte a nossa, com tais energúmenos no poleiro!
ResponderEliminarMas convenhamos, meu Caro, o Jardim Constantino até é - ou era - simpático. Não merece a sua ligação ao vazio incomensurável da turba socretina e quejanda...
Cumprimentos.
Ah! Ah! Ah! Brilhante!
ResponderEliminarCumpts.
O nome do prémio deve-se ao estado a que os idiotas destas ideias o votaram (votaram?!... deve ser a democracia a funcionar). E não lhes veio ideia nenhuma de lá mandarem um jardineiro, um calceteiro, um guarda, um assistente social, etc.. Quanto muito ouvi-os grunhir sobre requalificações, intervenções em espaços verdes, intervenções no pavimento, que talvez estivessem prontas lá para Junho... - Olha! Era este mês...
ResponderEliminarCumpts.
Os parlamentares ainda conseguem piorar mais.
ResponderEliminarÉ só uma questão de se esforçarem e "fabricarem mais ideias".
Abraço
Nem duvide! Cumpts.
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