No início do seu reinado ordenou el-rei D. Manuel I que juntassem quantos judeus se pudesse no Terreiro do Paço, em Lisboa, e que se lhes deitasse uns baldes de água benta por cima para baptizá-los a todos com o 12.º ano. Com as novas qualificações obtidas, os cristãos-novos abriram uma manufactura de alheiras.
(Imagem da Cozinha com Alma.)
Hmmm, bem boas!
ResponderEliminarE agora há o Magalhães que ficava bem pendurado junto
ResponderEliminaràs alheiras (é uma piada não leve a mal)
Cumpts
Mas não são bem os enchidos clássicos...
ResponderEliminarCumpts.
Tal e qual. O Magalhães é obra doutro judeu bem pior. Cumpts.
ResponderEliminarÉ o país do futuro! “Novas qualificações” a quem não tem qualquer qualificação. Subsídios a quem nada empreende ou contribui. Compensações a quem “despromove” o país.
ResponderEliminarE nós a vê-los passar!...
Mas só antigamente é que havia “clivagens”… Agora temos um país muito mais justo!...
Rapidamente passámos do: a terra a quem a trabalha, para: o país a quem o “merece”!... :-X
Abraço
Agora não há clivagens porque somos todos iguais: o sr. ministro das Finanças e os vagabundos que dormem nas arcadas do Terreiro do Paço; tão iguais são os últimos que passam bem despercebidos. É o estado direito.
ResponderEliminarCumpts.