O famoso «galheteiro» do Rossio, que não teve sequência como monumento, dá-a agora melhor a um verbete falhado...
Albumina de Amédée Lemaire de Ternante. Lisboa, 1858.
Colecção Alcídia e Luís Viegas Belchior, © CPF ANTT/MC.
(Via Lisbon Revisited e Associação Portuguesa de Photographia.)
Um Rossio estranho, completamente deserto. O que tería acontecido? Uma "ponte"? Um irresistivel dia de praia? Uma final de futebol?
ResponderEliminarA.v.o.
eu estou mais em crer que estava tudo combinado e estavam todos escondidos atrás da máquina do fotógrafo a olhar com ar admirado e incrédulo para essa maquinaria estrangeira.
ResponderEliminarUm domingo de manhã cedo, talvez.
ResponderEliminarCumpts.
É outra explicação. Cumpts.
ResponderEliminarCaro Bic:
ResponderEliminarAtentando na data da albumina e na técnica que lhe estava associada, permito-me sugerir que o tempo de exposição deveria rondar os 20 minutos, com a aparente luminosidade patente na chapa. Assim, qualquer transeunte que não se mantivesse perfeitamente imóvel durante todo esse tempo, não apareceria simplesmente na fotografia.
Creio ser esta a explicação da aparente falta de pessoas.
Cumprimentos.
Sim senhor! Faz todo o sentido. Obrigado!
ResponderEliminarDe nada, Caro Bic!
ResponderEliminarFui confirmar à foto do “Lisboa Antes e Agora” - já mencionado pelo Sr. Bic - e sucede o mesmo: o Rossio parece “às moscas” (já haveria pombos por ali?).
ResponderEliminarEmbora, entre uma e outra foto, existam algumas mudanças visíveis – note-se o telhado do Teatro D.Maria e as árvores já plantadas – estão ambas muito desertas de gente (assim até me mete impressão!). Será mesmo "efeito" de exposição?
Com esta coisa do “galheteiro”, deu-me para ir rever os factos relativos ao Rossio, na minha pequena biblioteca alfacinha. Entre 1864 e 1867 o Rossio esteve mesmo vazio - parece, pelas fotos, que de pessoas também - até à chegada “oficial” da estátua de D. Pedro, em 1870. Parece que com o dito (ou outro qualquer que lá está por ele) é que vieram as pessoas. Pelo menos para as fotografias...
Abraço
Nota: Acho especial graça à guarita (será?), mesmo junto ao “galheteiro”. Na foto do livro da Marina vê-se melhor… E eu quase jurava que o guarda está sentado no dito, logo atrás...
Qual seria a sua finalidade? Pois se não havia por ali quase ninguém… :-)
Hoje em dia dava jeito ter uma em cada estátua… Pelo menos evitaria isto: http://coisapouca-07.blogspot.com/2009/05/arte.html
A do Cifka deve ser posterior; esta não tem árvores. O telhado lá, ou foi arranjo ou então não sei. A latinha devia ser do quadrilheiro da guarda municipal. Cumpts.
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