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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Monumento a D. Pedro IV

« O monumento, nada famoso, concepção dos franceses Elias Robert, escultor, e Jean Davioud, arquitecto, que venceram o concurso aberto, e no qual foram apresentados 87 projectos vindos de todos os pontos da Europa! A construção é de Germano José Sales.


 O pedestal é de mármore de Montes Claros, e a coluna coríntia, canelada, foi arrancada de Pero Pinheiro; a base é de granito dos arredores do Pôrto.
 
Essas figuras nos ângulos da base do pedestal representam a Justiça, a Prudência, a Moderação, a Fortaleza; quatro figuras em baixo relêvo adornam a parte superior do fuste. O segundo envasamento é ornamentado com os escudos de dezasseis cidades dos país.
  E lá em cima, a 18 metros de altura, no bronze «eterno», D. Pedro IV, em general, cobertos ombros pelo «régio manto», cabeça coroada de louros. »

Rossio (M.Novais, post 1938)

Rossio, Lisboa, post 1938.
Fotografia: Estúdio de Mário de Novaes (1933-1983), in bibliotheca d' Arte da F.C.G.


 


 « [...] Finalmente em 29 de Abril de 1867, a esforços de uma comissão de que fizeram parte o Duque de Palmela, os Marqueses de Sá da Bandeira e de Sousa Holstein, o Conde de Farrobo, os Viscondes de Benagazil e de Menezes, lançou-se a primeira pedra para o monumento que aqui vês, inaugurado três anos depois, a 29 de Abril de 1870, com extraordinária solenidade. »


Norberto de Araújo, Peregrinações em Lisboa, XII, 2.ª ed., Vega, Lisboa, 1993, pp.67-68. 

6 comentários:

  1. Fernando de Oliveira29/4/09 10:30

    Tenho de memória que houve troca de estátuas para poder apressar a inauguração, mas não sei se isto é verdade.
    Vou tentar recordar onde houvi ou li esta informação.
    Como já tem muitos anos talvez haja confusão da minha parte.
    Fernando

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  2. Dizem que a estátua é dum imperador Maximiliano, que foi do México, desviada dos porões dum navio fundeado no Tejo.
    Cumpts.

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  3. Isso é apenas um mito urbano com origem na propaganda demagógica do Partido Republicano.
    A encomenda e a factura da fundição encarregam-se de o desmentir.

    O que é triste é que, ainda hoje, alegados Doutorados" em História continuarem a promover o mito urbano como verdad cientifica insofismável.

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  4. Que doutores são esses? Quer dizer?
    Cumpts.

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  5. São Rosas, Senhor!
    São Rosas, senhor!

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