Quando os fundadores da Biologia, da Botânica, etc. se dedicaram à taxionomia, como homens eruditos que eram, foi com naturalidade usaram o Latim (e o Grego) para nomearem as espécies. (Mesmo os casos extravagantes obtêm nomes latinizados.) Desde então (ou na era mais recente) a banalidade ganhou foros de ciência e muito iletrado alfabetizado em massa ganhou estatuto de doutor.
Isto posto, alguém encontra a razão do sórdido nome do conselho para o tratamento da infertilidade?
Maternidade Dr. Alfredo da Costa, Lisboa,[s.d.].
Fotografia: Estúdio de Mário de Novaes (1933-1983), in Biblioteca de Arte da F.C.G..
(Ajeitado às 11h20 da noite.)
É realmente curioso como se tem tentado encontrar uma linguagem diferente para coisas que eram simples e estavam à partida bem definidas. Não tenho explicação para este surto de plavreado "banal rebuscado", que na maior parte dos casos não vale nada nem melhora sequer a compreensão das coisas. Como dizia o outro "é a vida"!
ResponderEliminarCumprimentos
Fernando
Não é admirável a ladaínha da modernidade?!...
ResponderEliminarCumpts.
São precisos um Director-Geral, dois catedráticos e uma professora universitária para dar conselhos para procriar!!
ResponderEliminar... parece o "Admirável Mundo Novo"
Isto parece é já uma coisa qualquer que nem sei dizer o nome. Cumpts.
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