A ponte tinha a direcção dos carris da linha dos carros eléctricos, e o seu arco normal àquela linha, fica por debaixo da segunda carroça que se vê na gravura.
Augusto Vieira da Silva, «A ponte de Alcântara e suas circunvizinhanças; Notícia histórica», Dispersos, vol. III, Publicações Culturais da C.M.L., Lisboa, 1960, p.43.
Sítio da ponte de Alcântara, Lisboa, 1941.
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
E por ver o Vieira da Silva. Se precisar de comprar alguma coisa à venda na livraria da CML fale omigo antes,Senhor Bic:)
ResponderEliminarObrigado! Por acaso falta-me o vol. I dos "Dispersos", mas não no encontrei lá. Cuido que seja raridade. Cumpts.
ResponderEliminarPara os “visionários” da década de 90, faria aqui mesmo falta uma passadeira superior e rolante!...
ResponderEliminarPor certo sairia muito em conta. E seria sempre de enorme utilidade! Pelo menos para os ratos. :-0
Abraço
Os "Dispersos" vol.I são mesmo uma raridade. Ainda não percebí porque não foram reeditados. Os outros volumes só não são raridade também
ResponderEliminarporque,provavelmente, venderam-se menos e sobraram alguns exemplares.
Nesta ponte de Alcântara (segundo doutos linguistas, o topónimo significava "a ponte" em árabe)existiu uma estátua de S. João Nepumoceno que, actualmente, se encontra no museu do Convento do Carmo.
ResponderEliminarA.v.o.
Estética à parte tinha utilidade.
ResponderEliminarFoi desactivada, não foi?
Cumpts.
Alcântara significa ponte, sim. A estátua é obra dum escultor italiano, António de Pádua; é obra do séc. XVIII e tem dimensões consideráveis. Com plinto media 6m de altura. Foi apeada em 1889 para se fazer o caminho de ferro.
ResponderEliminarCumpts.
O vol. I pode ler-se no G.E.O., na Rede. Cumpts.
ResponderEliminarTb só tenho o 2 e o 3. Acho eu!
ResponderEliminarGrato por mais esta indicação.
ResponderEliminarA.v.o.
Eram os que lá havia, pois...
ResponderEliminarCumpts.