O que eu me diverti neste espaço a antiga Feira Popular. Desde os carrosséis, aos carrinhos de choque, ao poço da morte, ao castelo fantasma, aos espelhos mágicos e até aos barquinhos a motor...já não falando do milho doce, das farturas, do algodão doce, das sardinhas assadas, dos caracóis , dos frangos assados, da sangria... que belos tempos! Onde irão construir um parque de distracções agora? Um abraço
Não estava a falar de espectáculos tristes mas sim de diversões para crianças. Será que tudo deve passar pela cultura ou pela politica? Que mal pode haver em ter um parque de atracções na capital para crianças? Claro que a qualidade e a segurança da antiga feira deixava muito a desejar...mas quando somos inocentes tudo é mágico e maravilhoso! Recuso-me a esquecer momentos de alegria ali passados, como não esqueço o Jardim Zoológico ou o Jardim Botânico , os jardins do Parque Eduardo VII, e o Monsanto, onde eu fui simplesmente criança ...
Nos idos anos 70 dizia-se Fascista escuta o povo está em luta.
Segungo Mário-Henrique Leiria isso era uma estupidez pois punha em fuga os fascistas. a Frase por ele proposta era: Fascista vem cá que o povo dá-te um Rájá.
ora bem a gula e cupidez deste nosso povo amigo, é mais imaginada do que real. Um grande desleixo na leitura de dados com significado leva-os inclusive a serem verdadeiras amamentadoras de toda uma classe politica e outros quejandos da banca ou seguros. O Rájá português salvo casos muito pontuais é ainda um Rájá totalmente endividado e com muito mau dormir. Se me permite a sugestão sugiro-lhe a leitura de "Extinção" de Thomas Bernhard e logo perceberá onde quero chegar.
Que saudades da minha Feira Popular!... É tristemente bizarro que, não sendo eu velha, tenha já visto desaparecer alguns dos locais mais emblemáticos da minha infância. Terá sido este ritmo de destruição do património lisboeta tão notório nas anteriores gerações? Lembrei-me agora do que sucedeu durante as “reformas” dos anos 40 e 50 em Lisboa, nomeadamente na Mouraria… Terão sentido essas gerações, como nós agora, a cidade a ser literalmente engolida por tão miseráveis – mas lucrativos - propósitos? :-x
Não se equivoque, veja as aspas no povo; esse conceito que refere, tão apropriado pelos gulosos dos rajás que na primeira oportuniidade se arvoraram ditos cujos. Assim sendo, como vê, até estamos de acordo. Salvo algum recado subliminar menos a propopósito no seu comentário inicial... Cumpts.
Talvez seja de sempre. Adensou-se dos anos 60 para cá pelo caos da urbanização, pelo incaracterísticos imóveis edificados, pela voragem dos negócios. A Mouraria foi uma tristíssima extravagância de completa ausência de senso. Um problema de Portugal é a estúpida inadaptação da bitola usada para medir o valor do património. É recorrente e não leva emenda. Cumpts.
É verdade! E também o pouco tempo dispendido com estas questões... Se fossem, como outras, trazidas mais vezes – e em tempo útil - à “berlinda”, de certeza que não se cometiam tantas atrocidades!
O que eu me diverti neste espaço a antiga Feira Popular. Desde os carrosséis, aos carrinhos de choque, ao poço da morte, ao castelo fantasma, aos espelhos mágicos e até aos barquinhos a motor...já não falando do milho doce, das farturas, do algodão doce, das sardinhas assadas, dos caracóis , dos frangos assados, da sangria... que belos tempos! Onde irão construir um parque de distracções agora? Um abraço
ResponderEliminarNegociata com contornos pouco conhecidos, e com resultados seguramente desastrosos.
ResponderEliminarA cidade perdeu um local único.
Portugal inteiro é um parque de diversões. A feira tornou-se foi menos popular. Cumpts.
ResponderEliminarUma amiga ainda lá foi a tempo de apanhar as ruínas.
ResponderEliminarAbraço
Não estava a falar de espectáculos tristes mas sim de diversões para crianças. Será que tudo deve passar pela cultura ou pela politica? Que mal pode haver em ter um parque de atracções na capital para crianças? Claro que a qualidade e a segurança da antiga feira deixava muito a desejar...mas quando somos inocentes tudo é mágico e maravilhoso! Recuso-me a esquecer momentos de alegria ali passados, como não esqueço o Jardim Zoológico ou o Jardim Botânico , os jardins do Parque Eduardo VII, e o Monsanto, onde eu fui simplesmente criança ...
ResponderEliminarDe facto a feição do negócio aqui não é agradável. Mas há-de piorar. Cumpts
ResponderEliminarPara Bic laranja que descobri através do Rájá.
ResponderEliminarNos idos anos 70 dizia-se Fascista escuta o povo está em luta.
Segungo Mário-Henrique Leiria isso era uma estupidez pois punha em fuga os fascistas. a Frase por ele proposta era:
Fascista vem cá que o povo dá-te um Rájá.
fc
Tem razão. Mas já todos vimos como se divertem os que mandam. Os recintos de diversão mais populares que admitem são estádios de futebol.
ResponderEliminarCumpts.
O problema desse 'povo' é ser guloso. Veja quanto dele se transformou em rajá. Cumpts.
ResponderEliminarSão mais valiosas que as do muro de Berlim.
ResponderEliminarCumpts.
ora bem a gula e cupidez deste nosso povo amigo, é mais imaginada do que real. Um grande desleixo na leitura de dados com significado leva-os inclusive a serem verdadeiras amamentadoras de toda uma classe politica e outros quejandos da banca ou seguros. O Rájá português salvo casos muito pontuais é ainda um Rájá totalmente endividado e com muito mau dormir. Se me permite a sugestão sugiro-lhe a leitura de "Extinção" de Thomas Bernhard e logo perceberá onde quero chegar.
ResponderEliminarfc
Que saudades da minha Feira Popular!...
ResponderEliminarÉ tristemente bizarro que, não sendo eu velha, tenha já visto desaparecer alguns dos locais mais emblemáticos da minha infância.
Terá sido este ritmo de destruição do património lisboeta tão notório nas anteriores gerações?
Lembrei-me agora do que sucedeu durante as “reformas” dos anos 40 e 50 em Lisboa, nomeadamente na Mouraria… Terão sentido essas gerações, como nós agora, a cidade a ser literalmente engolida por tão miseráveis – mas lucrativos - propósitos? :-x
Abraço
http://coisapouca-07.blogspot.com/2008/04/recordaes-populares.html
Não se equivoque, veja as aspas no povo; esse conceito que refere, tão apropriado pelos gulosos dos rajás que na primeira oportuniidade se arvoraram ditos cujos. Assim sendo, como vê, até estamos de acordo. Salvo algum recado subliminar menos a propopósito no seu comentário inicial...
ResponderEliminarCumpts.
Talvez seja de sempre. Adensou-se dos anos 60 para cá pelo caos da urbanização, pelo incaracterísticos imóveis edificados, pela voragem dos negócios. A Mouraria foi uma tristíssima extravagância de completa ausência de senso.
ResponderEliminarUm problema de Portugal é a estúpida inadaptação da bitola usada para medir o valor do património. É recorrente e não leva emenda.
Cumpts.
É verdade! E também o pouco tempo dispendido com estas questões... Se fossem, como outras, trazidas mais vezes – e em tempo útil - à “berlinda”, de certeza que não se cometiam tantas atrocidades!
ResponderEliminarAbraço
Acredito. Cumpts.
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