O fotógrafo Eduardo Portugal subia o Campo Grande; parou o automóvel para tirar esta... A carroça ia além.
Prosseguiu no carro; parou lá ao cimo e tirou outra... A carroça ainda lá vinha; ficara para trás.
Pelo caminho parou por altura do 180 para olhar para trás, quere-me cá parecer...
Campo Grande, Lisboa, 1941.
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
E quere-me cá parecer também que parou mais vezes entretanto...
Gosto destas sequências em que se sente a cidade respirar.
ResponderEliminarOutro dia quando fui buscar a sobrinha-neta ao colégio, estive a mostrar-lhe as casas bonitas que ainda sobrevivem nesta zona. Ela foi taxativa." Paláchios belhos!" E era no caso.O pior foi depois "Onde está a pinchesa??" Não há!
Cumpts Sr Bic.
Sobre casas bonitas e o imaginário da sobrinha com palácios de princesas, tenho uma história que até mete uma espécie de conde. Não sei é se posso contar sem me expor demasisado.
ResponderEliminarCumpts.
Conte!!!!!Eu gosto das suas histórias!
ResponderEliminarObrigado! Ando a ver o melhor modo de a pôr.
ResponderEliminarCumpts.
Subir hoje o Campo Grande é coisa bem mais sinistra. E perigosa!
ResponderEliminarFechou mesmo o “Quebra Bilhas”? E já o demoliram? Tantas vezes lá passei e acabei por não o fotografar… Bolas!
Olhamos para o lado e lá vai mais um pedacinho de Lisboa! :-(
Abraço
Fechou, mas a casa mantém-se de pé.
ResponderEliminarCumpts.