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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Quere-me cá parecer...

 O fotógrafo Eduardo Portugal subia o Campo Grande; parou o automóvel para tirar esta... A carroça ia além.
 Prosseguiu no carro; parou lá ao cimo e tirou outra... A carroça ainda lá vinha; ficara para trás.
 Pelo caminho parou por altura do 180 para olhar para trás, quere-me cá parecer...

Campo Grande, Lisboa (E.Portugal, 1941)
Campo Grande, Lisboa, 1941.
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

 E quere-me cá parecer também que parou mais vezes entretanto...

6 comentários:

  1. Gosto destas sequências em que se sente a cidade respirar.
    Outro dia quando fui buscar a sobrinha-neta ao colégio, estive a mostrar-lhe as casas bonitas que ainda sobrevivem nesta zona. Ela foi taxativa." Paláchios belhos!" E era no caso.O pior foi depois "Onde está a pinchesa??" Não há!
    Cumpts Sr Bic.

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  2. Sobre casas bonitas e o imaginário da sobrinha com palácios de princesas, tenho uma história que até mete uma espécie de conde. Não sei é se posso contar sem me expor demasisado.
    Cumpts.

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  3. Conte!!!!!Eu gosto das suas histórias!

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  4. Obrigado! Ando a ver o melhor modo de a pôr.
    Cumpts.

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  5. Subir hoje o Campo Grande é coisa bem mais sinistra. E perigosa!

    Fechou mesmo o “Quebra Bilhas”? E já o demoliram? Tantas vezes lá passei e acabei por não o fotografar… Bolas!
    Olhamos para o lado e lá vai mais um pedacinho de Lisboa! :-(

    Abraço

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  6. Fechou, mas a casa mantém-se de pé.
    Cumpts.

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