Campo Grande depois de um nevão, Lisboa, Janeiro de 1945. Ferreira da Cunha, in Manuela Rego, Um passeio à volta do Campo Grande, Contexto, [Lisboa], [1996].
Se a memória não me atraiçoa, este assunto dos nevões não é inédito neste forum. Já aquí foi publicada uma curiosa foto, talvez de Campolide ou suas adjacências, debaixo de um manto de neve. Durante a minha infância ouví vários relatos sobre este acontecimento, como as pessoas terem de despejar água quente nas soleiras das portas para as poderem abrir. Creio que este também foi o "ano do ciclone", que por sua vez, também deu origem a mais relatos. Afinal, parece que antigamente o tempo ainda andava mais esquisito do que agora. Esta foto da igreja do C. Grande, tem o pormenor curioso de mostrar que o primeiro edifício à esquerda, ainda mantém actualmente a fachada tal e qual se vê na foto. Dá-me para pensar como consegue ele resistir "hoje e sempre". Também o edifício seguinte, que era ou é, a capela mortuária, ainda não há muito tempo, permanecía inalterado. Uma ilha rodeada de "mamarrachos" ameaçadores. A.v.o.
Falei do nevão de 45 a propósito duma intrujice dum banco. O tempo é inconstante. Sempre foi. Nunca reparei nesse edifício. Deve ser oitocentista. O adjacente à igreja é a capela mortuária, sim senhor. Toda a fiada mais baixa adiante da igreja foi abaixo. Restam os maiores que se vêm; são três: do 166 ao 194. Do 176 em diante já nada os salva. Grato pelas achegas sobre 45. Cumpts.
Se a memória não me atraiçoa, este assunto dos nevões não é inédito neste forum. Já aquí foi publicada uma curiosa foto, talvez de Campolide ou suas adjacências, debaixo de um manto de neve.
ResponderEliminarDurante a minha infância ouví vários relatos sobre este acontecimento, como as pessoas terem de despejar água quente nas soleiras das portas para as poderem abrir. Creio que este também foi o "ano do ciclone", que por sua vez, também deu origem a mais relatos. Afinal, parece que antigamente o tempo ainda andava mais esquisito do que agora.
Esta foto da igreja do C. Grande, tem o pormenor curioso de mostrar que o primeiro edifício à esquerda, ainda mantém actualmente a fachada tal e qual se vê na foto. Dá-me para pensar como consegue ele resistir "hoje e sempre". Também o edifício seguinte, que era ou é, a capela mortuária, ainda não há muito tempo, permanecía inalterado. Uma ilha rodeada de "mamarrachos" ameaçadores.
A.v.o.
Falei do nevão de 45 a propósito duma intrujice dum banco.
ResponderEliminarO tempo é inconstante. Sempre foi.
Nunca reparei nesse edifício. Deve ser oitocentista. O adjacente à igreja é a capela mortuária, sim senhor. Toda a fiada mais baixa adiante da igreja foi abaixo. Restam os maiores que se vêm; são três: do 166 ao 194. Do 176 em diante já nada os salva.
Grato pelas achegas sobre 45.
Cumpts.