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domingo, 21 de dezembro de 2008

Associação Protectora de Meninas Pobres

Associação Protectora de Meninas Pobres, Rio de Mouro, 2008
Associação Protectora de Meninas Pobres, Rio de Mouro, 2008.

 Em atravessando o Rio de Mouro, na antiga estrada de Sintra - a queirosiana, não a E.N. 249 que circunda a povoação pelo Norte - há uma casa antiga, fechada, que há muito me despertou curiosidade por causa duns azulejos que tinha diante que diziam algo que nunca conseguia ler bem. Há dois meses fotografei-os fugazmente do carro. Percebo o que diz o painel de cima, mas com a falta de jeito deixei aquele painel com a imagem oculto por trás do pilar do portão. Fui adiando um melhor trabalho mas agora é tarde. Hoje quando passei vi que foram todos tirados. Roubados, temo.
 Provavelmente já só há meninas ricas, também!...

12 comentários:

  1. É lamentável que situações destas aconteçam, e que não se faça nada para preservar a nossa história.....

    Cumpts

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  2. No estado a que chegámos não se pode fazer nada.
    Cumpts.

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  3. Atentti al gatti22/12/08 21:53

    Aquí há uma geração atrás, também eu andei a roubar azulejos, mas de paredes arruinadas, conseguindo que pelo menos alguns exemplares não fossem transformados em entulho. Alguns deles saíram dos restos de um palacete que ficava na Av. 5 de Outubro, mais ou menos onde hoje está o edifício que albergou a RTP. Naquela altura(quase)ninguém quería saber de azulejos velhos. Acabei por oferece-los todos.
    Actualmente as coisas modificaram-se muito. Por exemplo: os tóxico-dependentes adquiriram intuitivamente uma noção muito sui generis de património. Vai daí arrancam azulejos à pressa e de qualquer maneira, partindo muitos deles, para depois os puderem trocar pela única coisa que verdadeiramente estimam. Outras vezes vão parar às mãos de mandantes, que não estão para arriscar o pêlo. Isto acontece tanto nos grandes centros como em locais recôndidos. Neste caso, espero que os azulejos tenha sido retirados para local seguro, mas parece-me uma hipótese pouco verosímil.
    A.v.o.

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  4. Também me parece.
    Feliz Natal!

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  5. Posso estar a fazer confusão… penso que tenho fotos dessa mesma casa, tiradas numa das minhas muitas visitas a Sintra – que muito aprecio. Se for digital, rapidamente a encontro... Se for o caso, logo lhe direi!

    Abraço

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  6. Curioso que tenha reparado na casa.
    Obrigado!

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  7. Paula Santos6/6/09 19:41

    Eu estudei nesta escola de 1972/1975 ainda mantenho recordações bem vivas desse tempo. É pena que as entidades responsáveis dotem estes edifícios ao abandono, os mesmos deveriam ser preservados e cedidos a grupos culturais, organizações/instituições deste concelho.

    Uma pequena curiosidade...o recreio era dividido ao meio exactamente no portão que está na foto, o lado esquerdo era para rapazes o lado direito para as raparigas. Após de Abril foi "abolida" esta divisão...

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  8. Nunca chegei a saber se os sazulejos foram roubados. Da junta da freguesia não obtive resposta.
    Grato pelo seu comentário. Uma vista mais ampla do lugar em http://biclaranja.blogs.sapo.pt/329328.html .
    Cumpts.

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  9. Rui Nuno Domingos28/6/20 23:05

    Boa noite Paula,
    Também estudei nessa escola nesse periodo e recordo-me dessa divisão, das réguadas e das sopas da D. Germnana servidas ao fundo da sala de aula da 1ª e 2ª classes.
    Tempos de infância que me marcaram...

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  10. maria joao monteiro da silva e silva1/3/22 11:35

    Eu não estudei nessa escola porque vim morar para Lisboa. Mas o meu avô é o meu pai estudaram. Ambos tiveram a mesma professora, chamada D.Maria.

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  11. Jose Antonio Lourenço13/3/23 15:13

    Também andei nesta escola tinha 8 anos.1958

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