Associação Protectora de Meninas Pobres, Rio de Mouro, 2008.
Em atravessando o Rio de Mouro, na antiga estrada de Sintra - a queirosiana, não a E.N. 249 que circunda a povoação pelo Norte - há uma casa antiga, fechada, que há muito me despertou curiosidade por causa duns azulejos que tinha diante que diziam algo que nunca conseguia ler bem. Há dois meses fotografei-os fugazmente do carro. Percebo o que diz o painel de cima, mas com a falta de jeito deixei aquele painel com a imagem oculto por trás do pilar do portão. Fui adiando um melhor trabalho mas agora é tarde. Hoje quando passei vi que foram todos tirados. Roubados, temo.
Provavelmente já só há meninas ricas, também!...
domingo, 21 de dezembro de 2008
Associação Protectora de Meninas Pobres
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É lamentável que situações destas aconteçam, e que não se faça nada para preservar a nossa história.....
ResponderEliminarCumpts
No estado a que chegámos não se pode fazer nada.
ResponderEliminarCumpts.
Aquí há uma geração atrás, também eu andei a roubar azulejos, mas de paredes arruinadas, conseguindo que pelo menos alguns exemplares não fossem transformados em entulho. Alguns deles saíram dos restos de um palacete que ficava na Av. 5 de Outubro, mais ou menos onde hoje está o edifício que albergou a RTP. Naquela altura(quase)ninguém quería saber de azulejos velhos. Acabei por oferece-los todos.
ResponderEliminarActualmente as coisas modificaram-se muito. Por exemplo: os tóxico-dependentes adquiriram intuitivamente uma noção muito sui generis de património. Vai daí arrancam azulejos à pressa e de qualquer maneira, partindo muitos deles, para depois os puderem trocar pela única coisa que verdadeiramente estimam. Outras vezes vão parar às mãos de mandantes, que não estão para arriscar o pêlo. Isto acontece tanto nos grandes centros como em locais recôndidos. Neste caso, espero que os azulejos tenha sido retirados para local seguro, mas parece-me uma hipótese pouco verosímil.
A.v.o.
Também me parece.
ResponderEliminarFeliz Natal!
Posso estar a fazer confusão… penso que tenho fotos dessa mesma casa, tiradas numa das minhas muitas visitas a Sintra – que muito aprecio. Se for digital, rapidamente a encontro... Se for o caso, logo lhe direi!
ResponderEliminarAbraço
Curioso que tenha reparado na casa.
ResponderEliminarObrigado!
Eu estudei nesta escola de 1972/1975 ainda mantenho recordações bem vivas desse tempo. É pena que as entidades responsáveis dotem estes edifícios ao abandono, os mesmos deveriam ser preservados e cedidos a grupos culturais, organizações/instituições deste concelho.
ResponderEliminarUma pequena curiosidade...o recreio era dividido ao meio exactamente no portão que está na foto, o lado esquerdo era para rapazes o lado direito para as raparigas. Após de Abril foi "abolida" esta divisão...
Nunca chegei a saber se os sazulejos foram roubados. Da junta da freguesia não obtive resposta.
ResponderEliminarGrato pelo seu comentário. Uma vista mais ampla do lugar em http://biclaranja.blogs.sapo.pt/329328.html .
Cumpts.
Boa noite Paula,
ResponderEliminarTambém estudei nessa escola nesse periodo e recordo-me dessa divisão, das réguadas e das sopas da D. Germnana servidas ao fundo da sala de aula da 1ª e 2ª classes.
Tempos de infância que me marcaram...
«A favor da escola de Rio de Mouro», Diario de Lisbôa, 16/12/936, p. 12.
ResponderEliminarEu não estudei nessa escola porque vim morar para Lisboa. Mas o meu avô é o meu pai estudaram. Ambos tiveram a mesma professora, chamada D.Maria.
ResponderEliminarTambém andei nesta escola tinha 8 anos.1958
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