Este também. Não fui informado. A quem me devo dirigir? Ou já não irei a tempo. Com jeitinho a coisa até se faz, mas deixe passar a onda. Sabe a tradição ainda é o que era. Olhe telefone-me depois. Está bem? Pois, sim. Muito obrigado senhor doutor ou engenheiro ou seja lá o que for Vossa Excelência.
Mesmo precisando de obras, valia a pena um requerimento em papel selado. Naquele tempo tinha vinte e cinco linhas, era azul; lindo. Formal. Respeitável. Distinto. Mas o que me agradou mesmo muito foi o ano da foto... ;)
Provavelmente será um Citröen 15CV e não 11CV, atendendo à data da foto e à grelha do radiador. Tinha 6 cilindros em linha e cerca de 2800 c.c.; dava 130 Km/h e bebia 15 litros de gasolina a cada 100 Km. Mas a especulação petrolífera na altura não era tão descarada como a de hoje.
Também me recordo dos ateliers dos artistas no palácio reconstruído na década de 70.
Caro Paulo:
O Traction Avant não foi, nem por sombras, o primeiro carro de tracção dianteira. O conceito foi, segundo creio, aplicado por volta de 1900 num De Dion Bouton, e os primeiros a montarem a tracção dianteira em carros produzidos em série foram os DKW F1 alemães, em 1931.
Depois, apareceram muitos outros, como o Cord L-29 americano, em 1934, e então o Traction Avant 7A (7 CV)da Citroen, projectado em 1934 mas só produzido a partir de 1936. Os 11 CV e 15 CV só apareceram depois, pouco antes da guerra.
Actualmente, este tipo de tracção é a mais difundida, por facilitar a condução em curva, mas principalmente por acarretar menos custos para o construtor, no caso de um carro com motor frontal. Como inconvenientes, tem uma menor duração e fragilidade de ponteiras, juntas homocinéticas e órgãos de direcção, uma direcção mais pesada se não for assistida e um maior raio de viragem do veículo (conhecido pelo galicismo «brecagem», que neste caso é pequena).
Psssst, psssst..., se faz favor; quem levantou primeiro a nota sobre o automóvel lindo fui euzinha...; e que tanta informação formidável, obrigada! Cumprimentos para mim também?! Sim? Grata! :)
Caro Carlos Portugal, Fico-lhe muito grato pelos comentários e pelas explicações. Em boa hora surgiu a questão da Arrastadeira. Aprendi assim muito que desconhecia. Obrigado!
Belíssimo local, o Caramulo e o seu Museu! Sempre que posso dou lá um salto, e muitas vezes penso que gostaria de morar ali, longe dos desmandos que estão a fazer à nossa Lisboa (embora lá também os façam, com os horrendos «parques eólicos» que apareceram logo após terem queimado o topo da serra).
Obrigado pelas suas palavras. Contudo, não estou envolvido - nem quero estar - em nenhuma «Câmaragate»... ;)
Por quem sois! Então não permito? Venha de lá esse beijinho que cá vai outro! E também um para o maravilhoso 'Bic Laranja' e outro para o simpatiquíssimo 'Attenti al Gatti' e para 'tutti quanti'! Os Beatles tinham razão: "All you need is Love!" :)
Assino por baixo o louvor do Carlos, o reconhecimento do Blogo e faço requerimento para umas sobras osculatórias da Margarida. Agora, não percebo como ninguém viu o carácter profético da foto, acrescida destes doutos contributos: estando presente uma arrastadeira, não se insinua um futuro mal-cheiroso referente ao Património Municipal? Estas coisas não são em vão, querem é avisar-nos de coisas vãs. Abraços e beijocas à Identificadora da alcunha do bólide
Plenamente de acordo mas, quanto à comparação com as arrastadeiras hospitalares, acho que o Traction Avant não merecia tal. O que estão a fazer ao Património, isso sim...
À Margarida Pereira beijo-lhe, penhoradamente, as mãos e aproveito para tentar saber onde é que se come bem aí, na Invicta. É que, há um par de semanas, as minhas incursões gastronómicas aos sabores tripeiros, saldaram-se num fiasco. Caro, ainda por cima. Ao contrário do Carlos Portugal, não me importava de estar envolvido num "camaragate", porque as notícias passam e as benesses ficam. Mas como quem nasce para lagartixa nunca chega a jacaré, o máximo que posso aspirar é uma câmara-ardente. A.v.o
Ora ainda bem que me interpela! Ando cá a matutar se não seria de seu agrado que dispensasse um dos letreiros do combóio... :) Quanto à paparocas 'imbictas', realmente o habitual é equivocarem-se. Naturais e forasteiros. Come-se bem por Matosinhos/Leça. Sobretudo peixinho e marisco. No Porto há alguns oásis, sim. Simples e vetustos, mail'uns recentes e com pretensões 'michelinínicas' (isso paga-se...). Vou fazer um 'levantamento' para lhe facultar, da próxima vez que passar por aqui. Café no Majestic? :)
Para mim até podia ser axadrezado, à Boavista, desde que fosse saco e cumprisse idênticas funções À Margarida Pereira, os meus humildes agradecimentos pela pesquisa. Sou um escravo deste meu palato exigente, que é pouco dado a bicharada de sangue frio, por isso basta saber quais os locais mais propícios aos "pecados" da carne. Um "cimbalino" no Majestic, entremeado com dois dedos de boa prosa, pode ser elevado à categoria de monumento. A.v.o.
Tenho esses letreiros em fotos, juntamente com o políticamente incorrecto "Retrete" e algumas coisas mais ligadas à temática dos Caminhos de Ferro. Penhorados agradecimentos.
Eh, pá! Essa deixa já eu usei para definir a relação de amor do Sócrates com o Chavez (terá tido beijos?)! Cuidado com a politização da coisa... Já chega o preço dos combustíveis... :-)
Fiquei abismada com o seu conhecimento automobilístico, Sr. Carlos! :-) Já agora... o que sabe sobre o VW Carocha? Sempre tive cá uma paixão pelos “carochas”...
Espantosa esta foto do Palácio dos Coruchéus! Não fazia a mínima ideia de como era a envolvente... Mais uma maravilhosa viagem no tempo, patrocinada pela Agência Bic! :-)
As balalaicas creio eu que seriam Ford's ou GM,que faziam um barulho quando estavam parados que estremeciam a chapas todas na frente,isto nos anos 46/48.Mas de qualquer maneira hoje é mais grave,a GM está a passar nos tribunais e,mesmo no congresso Americano por negligencia; vai custar a lot of dollars mas isto so vai enalteçer mais o seu excelente blog,que me faz lembrar a minha querida Lisboa que eu não me canso de vesitar mesmo se tenho o excelente MapCrunh de Google ,que so me falta é entrar dentro das casas.Parabens...e uma boa semana.
Rico nome, balalaicas, para dizer essas camionetas tremedeiras. No meu tempo de infancia ainda havia disso; umas Bedford, Hanomag, e umas Scania grandes, com bolas nos extremos para o condutor lá em cima saber onde acabava o camião e não bater em nada. Cumpts. :)
Caríssima Margarida Pereira,eu estou atrazado mas envio na mesma, O planeta devia de ser administrado por Senhoras e não por uma gang de tàtàs que se matam uns aos outros ao nome de um deus que se calhar nem existe.Se não jà tinha acabádo com ésta chacina inutil.Vai-se vivendo como dizia a minha avózinha.Cumprimentos,Manny.Ps não envi-o beijinhos porque a velhota està atras a ver o que eu estou a escrever.Bises
Este também. Não fui informado. A quem me devo dirigir? Ou já não irei a tempo. Com jeitinho a coisa até se faz, mas deixe passar a onda. Sabe a tradição ainda é o que era. Olhe telefone-me depois. Está bem? Pois, sim. Muito obrigado senhor doutor ou engenheiro ou seja lá o que for Vossa Excelência.
ResponderEliminarMesmo precisando de obras, valia a pena um requerimento em papel selado.
ResponderEliminarNaquele tempo tinha vinte e cinco linhas, era azul; lindo. Formal. Respeitável. Distinto.
Mas o que me agradou mesmo muito foi o ano da foto...
;)
Adenda! - E o automóvel! Aquela belezura!
ResponderEliminarCreio ter ouvido há muito tempo apelidar o modelo de "Arrastadeira"| (?)
É lindo...
De nada. Cumpts.
ResponderEliminarJá foram feitas a obras. Por 1970.
ResponderEliminarUma 'arrastadeira', sim; eram os Citroën 11CV, creio.
Cumpts.
Ainda me lembro de visitar os ateliers dos artistas...
ResponderEliminarDos artistas. Cumpts.
ResponderEliminarTambém era conhecido por Traction.
ResponderEliminarPor ser dianteira. Cumpts.
ResponderEliminarEu tenho ideia de ter sido o primeiro tracção à frente.
ResponderEliminarCaro Bic:
ResponderEliminarProvavelmente será um Citröen 15CV e não 11CV, atendendo à data da foto e à grelha do radiador. Tinha 6 cilindros em linha e cerca de 2800 c.c.; dava 130 Km/h e bebia 15 litros de gasolina a cada 100 Km. Mas a especulação petrolífera na altura não era tão descarada como a de hoje.
Também me recordo dos ateliers dos artistas no palácio reconstruído na década de 70.
Caro Paulo:
O Traction Avant não foi, nem por sombras, o primeiro carro de tracção dianteira. O conceito foi, segundo creio, aplicado por volta de 1900 num De Dion Bouton, e os primeiros a montarem a tracção dianteira em carros produzidos em série foram os DKW F1 alemães, em 1931.
Depois, apareceram muitos outros, como o Cord L-29 americano, em 1934, e então o Traction Avant 7A (7 CV)da Citroen, projectado em 1934 mas só produzido a partir de 1936. Os 11 CV e 15 CV só apareceram depois, pouco antes da guerra.
Actualmente, este tipo de tracção é a mais difundida, por facilitar a condução em curva, mas principalmente por acarretar menos custos para o construtor, no caso de um carro com motor frontal. Como inconvenientes, tem uma menor duração e fragilidade de ponteiras, juntas homocinéticas e órgãos de direcção, uma direcção mais pesada se não for assistida e um maior raio de viragem do veículo (conhecido pelo galicismo «brecagem», que neste caso é pequena).
Cumprimentos aos dois.
Psssst, psssst..., se faz favor; quem levantou primeiro a nota sobre o automóvel lindo fui euzinha...; e que tanta informação formidável, obrigada!
ResponderEliminarCumprimentos para mim também?!
Sim?
Grata! :)
Por quem sois, Cara Margarida! Tem toda a razão!
ResponderEliminarCumprimentos também para Si e, se me permite, um beijinho!
Caro Carlos Portugal,
ResponderEliminarFico-lhe muito grato pelos comentários e pelas explicações. Em boa hora surgiu a questão da Arrastadeira. Aprendi assim muito que desconhecia.
Obrigado!
:) Cumpts.
ResponderEliminar:) Cumpts.
ResponderEliminarFaço minhas as palavras antecedentes. O Carlos Portugal merecia ocupar uma moradia municipal ao lado do Museu do Caramulo.
ResponderEliminarA.v.o.
Belíssimo local, o Caramulo e o seu Museu! Sempre que posso dou lá um salto, e muitas vezes penso que gostaria de morar ali, longe dos desmandos que estão a fazer à nossa Lisboa (embora lá também os façam, com os horrendos «parques eólicos» que apareceram logo após terem queimado o topo da serra).
ResponderEliminarObrigado pelas suas palavras. Contudo, não estou envolvido - nem quero estar - em nenhuma «Câmaragate»... ;)
Cumprimentos.
Caro Bic:
ResponderEliminarGrato estou eu por poder comentar no seu excelente blogue!
Obrigado pelas suas palavras!
Cumprimentos.
Por quem sois! Então não permito? Venha de lá esse beijinho que cá vai outro!
ResponderEliminarE também um para o maravilhoso 'Bic Laranja' e outro para o simpatiquíssimo 'Attenti al Gatti' e para 'tutti quanti'!
Os Beatles tinham razão: "All you need is Love!"
:)
Assino por baixo o louvor do Carlos, o reconhecimento do Blogo e faço requerimento para umas sobras osculatórias da Margarida. Agora, não percebo como ninguém viu o carácter profético da foto, acrescida destes doutos contributos: estando presente uma arrastadeira, não se insinua um futuro mal-cheiroso referente ao Património Municipal? Estas coisas não são em vão, querem é avisar-nos de coisas vãs.
ResponderEliminarAbraços e beijocas à Identificadora da alcunha do bólide
Caríssimo Amigo:
ResponderEliminarPlenamente de acordo mas, quanto à comparação com as arrastadeiras hospitalares, acho que o Traction Avant não merecia tal. O que estão a fazer ao Património, isso sim...
Abraço.
À Margarida Pereira beijo-lhe, penhoradamente, as mãos e aproveito para tentar saber onde é que se come bem aí, na Invicta. É que, há um par de semanas, as minhas incursões gastronómicas aos sabores tripeiros, saldaram-se num fiasco. Caro, ainda por cima.
ResponderEliminarAo contrário do Carlos Portugal, não me importava de estar envolvido num "camaragate", porque as notícias passam e as benesses ficam. Mas como quem nasce para lagartixa nunca chega a jacaré, o máximo que posso aspirar é uma câmara-ardente.
A.v.o
Ora ainda bem que me interpela!
ResponderEliminarAndo cá a matutar se não seria de seu agrado que dispensasse um dos letreiros do combóio... :)
Quanto à paparocas 'imbictas', realmente o habitual é equivocarem-se. Naturais e forasteiros. Come-se bem por Matosinhos/Leça. Sobretudo peixinho e marisco.
No Porto há alguns oásis, sim.
Simples e vetustos, mail'uns recentes e com pretensões 'michelinínicas' (isso paga-se...).
Vou fazer um 'levantamento' para lhe facultar, da próxima vez que passar por aqui.
Café no Majestic? :)
Uma profecia que se entende melhor agora, já que em 1970 a recuperação da casa foi apreciável. Obrigado pela parte do blogo! :)
ResponderEliminarE eu gostava de ter um saco azul... Cumpts.
ResponderEliminarPara mim até podia ser axadrezado, à Boavista, desde que fosse saco e cumprisse idênticas funções
ResponderEliminarÀ Margarida Pereira, os meus humildes agradecimentos pela pesquisa. Sou um escravo deste meu palato exigente, que é pouco dado a bicharada de sangue frio, por isso basta saber quais os locais mais propícios aos "pecados" da carne. Um "cimbalino" no Majestic, entremeado com dois dedos de boa prosa, pode ser elevado à categoria de monumento.
A.v.o.
Tenho esses letreiros em fotos, juntamente com o políticamente incorrecto "Retrete" e algumas coisas mais ligadas à temática dos Caminhos de Ferro.
ResponderEliminarPenhorados agradecimentos.
Eh, pá! Essa deixa já eu usei para definir a relação de amor do Sócrates com o Chavez (terá tido beijos?)! Cuidado com a politização da coisa... Já chega o preço dos combustíveis... :-)
ResponderEliminarAbraço
Fiquei abismada com o seu conhecimento automobilístico, Sr. Carlos! :-)
ResponderEliminarJá agora... o que sabe sobre o VW Carocha? Sempre tive cá uma paixão pelos “carochas”...
Abraço
Ámen! :-)
ResponderEliminarAbraço
Espantosa esta foto do Palácio dos Coruchéus! Não fazia a mínima ideia de como era a envolvente...
ResponderEliminarMais uma maravilhosa viagem no tempo, patrocinada pela Agência Bic! :-)
Abraço
Nem lhe agradeci. Um beijo, pois! :)
ResponderEliminarHá uma outra no arquivo depois das obras. Está lá o mesmo carro. Hei-de procurá-la.
ResponderEliminarCumpts.
Wow,isto è que era amor...mas ninguém escreve ao sujeito das balalaicas.
ResponderEliminarAgora não percebi.
ResponderEliminarCumpts. :)
As balalaicas creio eu que seriam Ford's ou GM,que faziam um barulho quando estavam parados que estremeciam a chapas todas na frente,isto nos anos 46/48.Mas de qualquer maneira hoje é mais grave,a GM está a passar nos tribunais e,mesmo no congresso Americano por negligencia; vai custar a lot of dollars mas isto so vai enalteçer mais o seu excelente blog,que me faz lembrar a minha querida Lisboa que eu não me canso de vesitar mesmo se tenho o excelente MapCrunh de Google ,que so me falta é entrar dentro das casas.Parabens...e uma boa semana.
ResponderEliminarRico nome, balalaicas, para dizer essas camionetas tremedeiras. No meu tempo de infancia ainda havia disso; umas Bedford, Hanomag, e umas Scania grandes, com bolas nos extremos para o condutor lá em cima saber onde acabava o camião e não bater em nada.
ResponderEliminarCumpts. :)
Caríssima Margarida Pereira,eu estou atrazado mas envio na mesma, O planeta devia de ser administrado por Senhoras e não por uma gang de tàtàs que se matam uns aos outros ao nome de um deus que se calhar nem existe.Se não jà tinha acabádo com ésta chacina inutil.Vai-se vivendo como dizia a minha avózinha.Cumprimentos,Manny.Ps não envi-o beijinhos porque a velhota està atras a ver o que eu estou a escrever.Bises
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