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domingo, 21 de setembro de 2008

Equinócio

Pela altura em que fecha o Verão o sol (da minha sacada) põe-se por esta hora ali por trás do edifício do banco.
Tirado do Tejo tem mais poesia.

Rio Tejo — (c) 2005
Silo da Trafaria ao entardecer, Rio Tejo, Set. de 2005.

6 comentários:

  1. Atentti al gatti21/9/08 23:57

    Para ver o pôr-do-sol, num ângulo ligeiramente diferente, sem perder de vista os silos: restaurante O Fragateiro, na Trafaria. Situa-se na Av. General Moutinho, que é a rua que vem da estação fluvial e segue rente à praia. É um sítio despretencioso, com gente simpática e preços comedidos. Tem uma espécie de "marquise" envidraçada, à moda antiga, de onde se avista o Tejo e a zona ribeirinha de Algés à Cruz Quebrada.
    A.v.o.

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  2. Bic Laranja22/9/08 23:20

    Grato pela sugestão. Cumpts.

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  3. São fotografias destas que me fazem compreender Chesterton, quando se insurgia contra a frase de Oscar Wilde, segundo a qual o pòr-do-Sol era coisa para esquecer, porque não se podia pagar. Dizia ele que qualquer um poderia pagar o pôr-do-Sol, bastava não ser Oscar Wilde. Aqui está a prova como - contemplando-o.
    Abraço

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  4. É quanto cobro por ele. Cumpts.

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  5. Até hoje não entendo como é que permitiram esta construção neste local! Bem, pensando bem... compreendo perfeitamente! :-0

    Abraço

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  6. Naquele tempo ainda não estava em voga o 'ambiental'. Cumpts.

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