« Passando o Arco das Portas do Mar para oriente, depois de dois prédios, encontra-se a célebre Casa dos bicos ou dos diamantes, que segundo as investigações de Silva Túlio, foi construída pelo ano de 1523 por Afonso de Albuquerque, filho do que foi governador da Índia. A porta principal do palácio parece que era na antiga rua do Albuquerque, e a muralha da cêrca moura foi totalmente arrazada no sítio do palácio para a construção dêste. Em 1755 a propriedade de Francisco Xavier de Melo, chamada dos bicos, tinha de frente 93 palmos e 2/3 (20m,5), e de fundo até à rua do Albuquerque, 96 palmos (21m,12), com loja, sobre-loja e dois andares [Tombo de 1755, Bairro da Ribeira, fl. 9]. Pelo terremoto grande ficou reduzida apenas às lojas e sobre-lojas, como ainda hoje (1939) se conserva.»
A. Vieira da Silva, A Cêrca Moura de Lisboa; Estudo histórico descritivo, 3ª ed., Publicações Culturais da C.M.L., Lisboa, 1987, pp. 123, 124.

Travessa dos Bicos, Lisboa, 1896-908.
Machado & Souza, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
(Revisto em 4/XI/17.)
O pior veio depois… Os terramotos iluminados – e os "comunitários" - da Câmara de Lisboa!
ResponderEliminarAbraço
E no fim o Saramago. Cumpts.
ResponderEliminarOdeio estas decisões e desgosto do Saramago. Grrrrrr.
ResponderEliminarNão devíamos dar um monumento nacional à Pilar del Rio. Nem ao marido. Cumpts.
ResponderEliminarNem a ninguém. É de nós todos.
ResponderEliminarAgora já não. Cumpts.
ResponderEliminarTalvez, não sei.
ResponderEliminarCaro Bic, não façamos outro terramoto. O Nóbel há-de passar e a casa fica.
ResponderEliminarAbraço
Mas sabe como são os inquilinos. Dão cabo das casas.
ResponderEliminarO Nóbel (com acento) é bem achado.
Cumpts.