Ou Avenida António Maria de Avelar (soa bem melhor que 5 de Outubro, não soa?) nº 52, donde se bateu a chapa em que se avistava a Rua das Cangalhas.
Fico sem saber quem seria o fotógrafo.

Av. João Crisóstomo, 32-34, Lisboa, 1896-1908.
Machado & Souza, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Os topónimos podem ser "datados" sem que isso altere o espirito do lugar, que vai mudando na medida em que os seus habitantes e as suas referências também mudam.
ResponderEliminarNão é grave. Grave é a destruição do Património urbanístico.
Cpts. Bfs
Concordo em absoluto com o primeiro comentário.
ResponderEliminarGrave é a destruição, quase sempre sem critério, do património que a todos deveria pertencer.
Ai se soa, Meu caro Bic, ainda se tivesse sido a das Cangalhas a receber o nome da data, poderíamos pensar que se tinha querido juntar os promotores dela ao fato de trabalho que lhes iria bem...
ResponderEliminarAbraço
Pode ser. Todavia defendo os topónimos naturais; ilustram a história ou função dos lugares e conferem-lhes melhor identidade. No caso de António Maria de Avelar e 5 de Outubro são topónimos artificiais; estes, quanto mais evocadores de pessoas e regimes políticos menos neutros são e mais sujeitos às 'viradeiras' se tornam. E nas avenidas nem sei que mal Ressano Garcia ou António Maria de Avelar fizeram à República para terem levado uma vassourada.
ResponderEliminarQuanto ao património urbano calha que muito dele é particular, e isso é difícil de resolver. Mas quando é público e o destroem ainda assim, torna-se criminoso e devia ser travado.
Cumpts.
:) Cumpts.
ResponderEliminarUm fato que lhes ficava a matar. Cumpts.
ResponderEliminarTal e qual. Também neste aspecto o Estado, ou melhor, os sucessivos governos, dão o mau exemplo.
ResponderEliminarA.v.o.
Belíssima foto.Lembra-me um livro que tenho, de Augusto Malta, sobre o Rio de Janeiro de antigamente. Casarões iguais a este e tão lindos quanto, eram constantes na Avenida Atlântica, em Copacabana.
ResponderEliminarAbraço!
Marco Aurélio.
Infelizmente não sei quem é o fotógrafo. A moda agora é mais arranha-céus. Nem cabem na máquina.
ResponderEliminarCumpts.