| início |

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Avenida João Crisóstomo, 34

 Ou Avenida António Maria de Avelar (soa bem melhor que 5 de Outubro, não soa?) nº 52, donde se bateu a chapa em que se avistava a Rua das Cangalhas.
  Fico sem saber quem seria o fotógrafo.


Av. João Crisóstomo, 32-34, Lisboa
Av. João Crisóstomo, 32-34, Lisboa, 1896-1908.
Machado & Souza, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

9 comentários:

  1. Os topónimos podem ser "datados" sem que isso altere o espirito do lugar, que vai mudando na medida em que os seus habitantes e as suas referências também mudam.
    Não é grave. Grave é a destruição do Património urbanístico.
    Cpts. Bfs

    ResponderEliminar
  2. Concordo em absoluto com o primeiro comentário.
    Grave é a destruição, quase sempre sem critério, do património que a todos deveria pertencer.

    ResponderEliminar
  3. Ai se soa, Meu caro Bic, ainda se tivesse sido a das Cangalhas a receber o nome da data, poderíamos pensar que se tinha querido juntar os promotores dela ao fato de trabalho que lhes iria bem...
    Abraço

    ResponderEliminar
  4. Pode ser. Todavia defendo os topónimos naturais; ilustram a história ou função dos lugares e conferem-lhes melhor identidade. No caso de António Maria de Avelar e 5 de Outubro são topónimos artificiais; estes, quanto mais evocadores de pessoas e regimes políticos menos neutros são e mais sujeitos às 'viradeiras' se tornam. E nas avenidas nem sei que mal Ressano Garcia ou António Maria de Avelar fizeram à República para terem levado uma vassourada.
    Quanto ao património urbano calha que muito dele é particular, e isso é difícil de resolver. Mas quando é público e o destroem ainda assim, torna-se criminoso e devia ser travado.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  5. Um fato que lhes ficava a matar. Cumpts.

    ResponderEliminar
  6. Tal e qual. Também neste aspecto o Estado, ou melhor, os sucessivos governos, dão o mau exemplo.
    A.v.o.

    ResponderEliminar
  7. Belíssima foto.Lembra-me um livro que tenho, de Augusto Malta, sobre o Rio de Janeiro de antigamente. Casarões iguais a este e tão lindos quanto, eram constantes na Avenida Atlântica, em Copacabana.
    Abraço!
    Marco Aurélio.

    ResponderEliminar
  8. Infelizmente não sei quem é o fotógrafo. A moda agora é mais arranha-céus. Nem cabem na máquina.
    Cumpts.

    ResponderEliminar