E bem mentira! Que levou um dia a fazer, o que sendo ridículo para uma ponte, parece excessivo para uma peta. Resta a fraca consolação de o outro dizer andar mesmo muito por baixo. Abraço, Caro Bic
Quando Salazar visitava as obras daquela que era conhecida por "Ponte" e que assim se manteve denominada até à construção da homónima V. da Gama, um repórter perguntou-lhe o que achava de a nova ponte vir a ter o nome dele. Fazendo jus ao epíteto de "manholas" Salazar respondeu, com aquele seu arzinho matreiro, que não era costume saber-se o nome da criança antes do baptizado. Mas teve azar. Mais à frente, um dos numerosos bajuladores de serviço tinha espetado um pau no chão, no cimo do qual, um cartaz proclamava em letras garrafais: PONTE OLIVEIRA SALAZAR. A.v.o.
Pois mas conta-se que também previu sagazmente que o nome não iria lá ficar muito tempo. E aí acertou. O problema de topónimos politicos são as viradeiras. Daí o Rossio ser sempre jaqueta mais jeitosa que as dragonas de Maximiliano. Cumpts.
o nome é horrível, mas vá lá não lhe terem chamado "ponte da liberdade" ou "ponte do povo" estamos cheios de sorte... A Dª. Maria no Porto também podia mudar para Ponte 1 Maio!!!
o nome é horrível, mas vá lá não lhe terem chamado "ponte da liberdade" ou "ponte do povo" estamos cheios de sorte... A Dª. Maria no Porto também podia mudar para Ponte 1 Maio!!!
Mais uma vez o Sr. Bic foi certeiro na sua escolha. Excelente fotografia!
Quanto à mudança de nomes em monumentos ou obras – e políticas à parte - parece-me tudo um pouco absurdo… “Certa” ou “errada”, com curva ou contracurva, a nossa História não se apaga com a mudança dos nomes. Por vezes o “tapar” do passado só serve para lhe uma atribuir uma grandeza desproporcionada. Digo eu, que sou leiga no assunto…
Luar, E andavam os abrilinos tão distraídos com a a inauguração da 'sua' obra que deixaram escapar a do Marechal Carmona também. Luciana, O erro está em não se usar uma topnímia mais natural, digamos: a Rua do Nabal não incomodoa ninguém, já a uma Rua do Nabais afronta os inimigos do dito. Cumpts.
Sei é da rotunda do Soares, amigo de son ami Mitterrand, do Craxi e de inúmeros nabababos, nabeiros ou socráticos, mas sobretudo amigo do Mário, o da rotunda no início deste redondo parágrafo. Cumpts.
E bem mentira! Que levou um dia a fazer, o que sendo ridículo para uma ponte, parece excessivo para uma peta. Resta a fraca consolação de o outro dizer andar mesmo muito por baixo.
ResponderEliminarAbraço, Caro Bic
Fantástica esta foto:)
ResponderEliminarCumprimentos!
Réprobo: O dizer por baixo? Que parece enjaulado? Também é mentira. // Dona T.: Mérito do autor :) // Cumpts.
ResponderEliminarQuando Salazar visitava as obras daquela que era conhecida por "Ponte" e que assim se manteve denominada até à construção da homónima V. da Gama, um repórter perguntou-lhe o que achava de a nova ponte vir a ter o nome dele. Fazendo jus ao epíteto de "manholas" Salazar respondeu, com aquele seu arzinho matreiro, que não era costume saber-se o nome da criança antes do baptizado. Mas teve azar. Mais à frente, um dos numerosos bajuladores de serviço tinha espetado um pau no chão, no cimo do qual, um cartaz proclamava em letras garrafais: PONTE OLIVEIRA SALAZAR.
ResponderEliminarA.v.o.
Pois mas conta-se que também previu sagazmente que o nome não iria lá ficar muito tempo. E aí acertou.
ResponderEliminarO problema de topónimos politicos são as viradeiras. Daí o Rossio ser sempre jaqueta mais jeitosa que as dragonas de Maximiliano. Cumpts.
o nome é horrível, mas vá lá não lhe terem chamado "ponte da liberdade" ou "ponte do povo" estamos cheios de sorte...
ResponderEliminarA Dª. Maria no Porto também podia mudar para Ponte 1 Maio!!!
o nome é horrível, mas vá lá não lhe terem chamado "ponte da liberdade" ou "ponte do povo" estamos cheios de sorte...
ResponderEliminarA Dª. Maria no Porto também podia mudar para Ponte 1 Maio!!!
Mais uma vez o Sr. Bic foi certeiro na sua escolha. Excelente fotografia!
ResponderEliminarQuanto à mudança de nomes em monumentos ou obras – e políticas à parte - parece-me tudo um pouco absurdo…
“Certa” ou “errada”, com curva ou contracurva, a nossa História não se apaga com a mudança dos nomes. Por vezes o “tapar” do passado só serve para lhe uma atribuir uma grandeza desproporcionada. Digo eu, que sou leiga no assunto…
Abraço
Luciana
Luar,
ResponderEliminarE andavam os abrilinos tão distraídos com a a inauguração da 'sua' obra que deixaram escapar a do Marechal Carmona também.
Luciana,
O erro está em não se usar uma topnímia mais natural, digamos: a Rua do Nabal não incomodoa ninguém, já a uma Rua do Nabais afronta os inimigos do dito.
Cumpts.
Fale baixo que ainda o ouvem......
ResponderEliminarMas parece que já existe uma Rua do Nabeiro, amigo do M. Soares.
ResponderEliminarSei é da rotunda do Soares, amigo de son ami Mitterrand, do Craxi e de inúmeros nabababos, nabeiros ou socráticos, mas sobretudo amigo do Mário, o da rotunda no início deste redondo parágrafo.
ResponderEliminarCumpts.