Em 1857. A vista é tomada, estou em crer, do sítio do Hospital de Dª Estefânia. No pendor do Cabeço de Alperche o Caracol da Penha, entre muros. Havia de ir dar ao caminho de Arroios, julgo, não longe do lugar da fábrica dos lanifícios. Talvez neste tempo ainda lá existisse o palácio dos Mesquitela.
Tomás d' Anunciação, Vista da Penha de França, 1857.
Óleo sobre tela 68,9 x 105 cm.
Museu do Chiado, Lisboa.
O "sítio" do Cabeço de Alperche recorda-me o tempo do santo sacrifício da saída da missa, quando, no largo fronteiro, esperávamos as crentes, teenagers como nós. Belos tempos.
ResponderEliminarPor tanto se falar em Arroios, para quando a Sua Mão de Mestre assinando postal sobre os "Maluquinhos"? Abraço
ResponderEliminarNessa altura aqui era campo que se fartava:)
ResponderEliminarBonito postal este, cumpts.
Ah e tem uma coisa para o Duo Apache no sítio do costume.
As crentes adolescentes compensariam a penitência da espera, bem vejo. Cumpts.
ResponderEliminarPois de malucos, salva o estouvado que sou, sei pouco. Mas dada a hora a que escrevo, talvez fale na sopa... Cumpts.
ResponderEliminarEra sim. Cumpts.
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