Quando aprendi a ler as horas aprendi que os minutos se contavam de cinco em cinco por cada tracinho do relógio. Como depois da meia-hora eu teimava em contar trinta e cinco, quarenta, quarenta e cinco, &c., o Vijó, que era o melhor da 1ª classe teimava em ensinar-me: - "Trinta e cinco, não. São vinte e cinco para...!"
Para a uma.
E são já vinte e quatro.
Vinte e três...
Posto do relógio padrão da Hora Legal, Lisboa, 1914.
Joshua Benoliel in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
para estas bandas diz-se "uma menos vinte e cinco"!
ResponderEliminarde qualquer maneira: o Vijó dominava contas logo na primeira classe!
Cumpts!
Desse relógio, décadas depois da foto, guardo a recordação da inscrição "Hora Legal" por cima do antigo mostrador e que estupidamente foi retirada, da numerosa comunidade de gatos que vivia junto do mesmo, de cujo fim não reza a história, do belo edifício que existia por trás (vê-se na foto) e não menos estupidamente desfeado, para a instalação duma fábrica de "tachos" e ainda das sandes de Queijo da Ilha, acompanhadas a imperial bem tirada, no British Bar, do outro lado da rua, enquanto apreciava o belo sol alfacinha a iluminar as árvores e o bulício do Cais do Sodré. Mys Saludos (treyno para o próximo acordo ortográphico).
ResponderEliminarCalhando foi só na 2ª... Mas olhe, foi numa dessas. Cumpts.
ResponderEliminarFoi retirada?! Será que estão para lá pôr a hora 'lègau'?
ResponderEliminarCumpts.
Bela foto.
ResponderEliminarE achei graça ao texto.
Meu Caro Bic, o tema é tão oportuno que me submeto de boa vontade ao Seu comando e estabeleço ligação, lá pelo meu sítio. Abraço
ResponderEliminarÉ verdade, foi mesmo retirada a "hora legal". Confirmei no local. Que raio de ideia!
ResponderEliminarObrigado! Cumpts.
ResponderEliminarVamos la ver isso...
ResponderEliminarCumpts.
Deve ser para o porem a salvo da subida do nível do mar com o aquecimento global. Mas depois esqueçeram-se e foram fazer um prédio onde era o embarcadouro dos cacilheiros.
ResponderEliminarCumpts.
Légau, cara! Tá. Tixau.
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