Já não é o aeroporto. Agora ele é os aeroportos. O das Pedras Rubras reclamam-no (exigem-no) as forças vivas da região. — Quando ouço forças vivas vejo só empresários. O resto da gente ou não tem força ou não está viva, o que dá no mesmo, obviamente.
O de Faro cobiçam-no os algarvios. Gente de negócios. Hoteleiros. Como se os hoteleiros mais poderosos no Algarve não fossem as cadeias internacionais…
Mas o que vejo é o grande afã regionalista na demanda dos aeroportos. Só o Estado português é que não quer nenhum.
Rosa dos Ventos. Decoração do hall do edificio do Aeroporto, Lisboa, 1942.
Fotografia de Ferreira da Cunha, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
(*) Cf. Taifas.
Que Diabo, Amigo Bic! Espantará assim tanto o milagre da multiplicação dos aeroportos, sabendo que há muito convidado para alimentar? Abraço
ResponderEliminarConvidados? Amigos do Jacinto Leite...? Cumpts.
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