Tinha dito que havia um 55 de 20 em 20 minutos, disso lembrava-me bem. Onde a memória falhou foi no horário do que apanhava para o liceu. Era o das 7h35 e, como percebeis na espinha, levava cerca de 1/4 de hora a chegar ao Arco do Cego: 12 minutos até ao Técnico (Av. Manuel da Maia), mais uns pozinhos até à Duque de Ávila. Chegava às 10 para as 8h00 à escola. Mal era quando perdia o autocarro; o das 7H55 dava para chegar o mais tardar às 8h10, mesmo no limite do segundo toque, mas demasiado à tanga para não levar falta.
Às vezes, com ar ofegante lá me safava. Uf!
Guia Informativo de Autocarros e Eléctricos, Carris, Outubro de 1979.
In Cruz-Filipe, A minha página da Carris.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Carreira n.º 55
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Que saudades do 55...quando morava na Estrela às vezes frequentava-o:)
ResponderEliminar:) Cumpts.
ResponderEliminarSaudades dos tempos de ver o meu amigo a "correr para o autocarro" pela capitão roby afora". O que não valia não haver portas no autocarro... Abraço.
ResponderEliminar:) Abraço!
ResponderEliminarSabes qual era a melhor parte do 55? A que subia a Alameda, isso é que era.
ResponderEliminarAbraço
eu não quero ser mauzinho, mas acho que o pica "bigodes" já merecia aqui um post (se não fazes tu, faço-o eu, aviso já!).
ResponderEliminarMelhor ainda quando não subia, eh! eh! // O Bigodes é que era, mas não me lembro assim de nada... Se te lembras tu escreve. Eu posso falar no Barata Salgueiro, que eu confundia com o Bigodes, mas que não era o Bigodes. // Abraço a ambos.
ResponderEliminarOra vejam! Para não sair de Carris, ser recomendável fazer teatro! Abraço
ResponderEliminarNão! O arfar era genuíno. Mas nem todos os professores se convenciam. Cumpts.
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