E pernocas boas, nas duas de trás, que a da frente já deixou de contar. Pelo que há pescada também, a última parece bem lançada, longe de ser sardinha; e até vai envergonhadota pelas assobiadelas da molecagem. Abraço
É mesmo, Scarlata. // E as varinas a apregoar não se ouvirão ainda na praça, caro sr. José Quintela? // Ena que grande história. Sempre atento ao pormenor, o meu caro. // Cumpts.
Há c'rapau... heheh é muito lisboeta! ;D
ResponderEliminarBelíssima fotografia.
ResponderEliminarRecordo bem as varinas e outos vendedores ambulantes, todos desaparecidos graças à voragem do tempo.
E pernocas boas, nas duas de trás, que a da frente já deixou de contar. Pelo que há pescada também, a última parece bem lançada, longe de ser sardinha; e até vai envergonhadota pelas assobiadelas da molecagem. Abraço
ResponderEliminarÉ mesmo, Scarlata. // E as varinas a apregoar não se ouvirão ainda na praça, caro sr. José Quintela? // Ena que grande história. Sempre atento ao pormenor, o meu caro. // Cumpts.
ResponderEliminarGosto muito deste blogue (nunca tinha dito isto). Digo agora não só por este post em concreto, mas pelo conjunto todo
ResponderEliminarObrigado
Luís Maia
Obrigado sou eu, sr. Maia. Obrigado!
ResponderEliminarAcho que nunca vi uma varina envergonhada.
ResponderEliminarLembro-me de ter enriquecido o meu repertório de as ouvir. Cumpts:)
Lá isso é verdade! Cumpts.
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