Armazém de bebidas, segundo a legenda; a carroça deu lugar à camioneta; os candeeiros de pé - dás-me lume? - como o elevador luminoso do Páteo das Cantigas já lá não moram.
Não procurei ainda quando puseram o eléctrico para as Portas do Sol mas quando descobrir talvez afine a data à de ontem. O resto está mais ou menos na mesma, embora um tanto mais sombrio, mas é do tempo.
E por trás dos telhados do armazém vede lá, com toda a propriedade, São Vicente de fora de Lisboa.
Largo das Portas do Sol, 2-10, Lisboa, 1939.
Eduardo Portugal, in Arquivo fotográfico da C.M.L.
Notável a coincidência de enquadramento.
ResponderEliminarAbraço
Há planos que são naturalmente os melhores. Ou então o Eduardo Portugal conhecia a fotgrafia mais antiga... Cumpts.
ResponderEliminarMesmo assim. Hoje, com os disparos digitais é mais fácil corrigir o tiro, desde que se tenha na mão um original a copiar - e mesmo que não seja exímio à primeira, é tentativa e erro.
ResponderEliminarNão era o que sucedia neste tempo. E mesmo que houvesse um ponto de eleição, que deveria haver, de onde ambos tenham disparado, o notável é que o fizeram praticamente para o mesmo alvo.
Abraço
O Que me chama mais a atenção no belíssimo par de fotografias é a diferente disposição das portas: escancaradas na mais antiga, fechadíssimas na posterior. Claro que hoje seria preciso blindá-las. Sinais dos tempos... Abraço
ResponderEliminarManuel: confesso que não tinha pensado nisso; posto assim bem vejo que não é fácil, por isso ainda agora há tão poucas de tempos diferentes com tanta semelhança. Obrigado! // Réprobo: Claro que hoje só blindadas, pois. // Cumpts.
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