 Largo de St.ª Bárbara 30-31, Lisboa, [1898-1908]. Machado & Souza, in archivo photographico da C.M.L.
« Como notas pois, Dilecto, a um simples golpe de vista estão bem nítidas duas civilizações urbanistas: as casas da Rua de Santa Bárbara e das Barracas, os prédios do Largo e da Rua dos Anjos (tudo de meados de setecentos e século passado), e a parte moderna (1850 à actualidade) das Ruas Joaquim Bonifácio [hoje Jacinta Marto, no troço até à Rua de D. Estefânia], Passos Manuel, José Estêvão, Pascoal de Melo, esta mais ao Norte com toda a rede construtiva que hoje constitue o Bairro da Estefânia (de D. Estefânia, Rainha).»
Norberto de Araújo, Peregrinações em Lisboa, vol. IV, 1939.
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 Largo de St.ª Bárbara, 32-40, Lisboa, [1898-1908]. Id.
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 Largo de St.ª Bárbara, 41-47, Lisboa, [1898-1908]. Ib.
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Olha um cabeça de giz!!!:)
ResponderEliminarÉ!
ResponderEliminarConfesso, Irmãos, confesso. Esta delícia da minha infância é uma das coisas que mais dificuldade haverá em explicar às gerações vindouras. E que bela tomada, Amigo Bic. Grande abraço!
ResponderEliminar:) Cumpts.
ResponderEliminarQUe giro, passo aqui todos os dias, não tem o sinaleiro, mas tem o monstro do tribunal do trabalho. Incriveis as aberrações que se fazem na nossa, ainda, bela cidade.
ResponderEliminarparabéns pelo blog.
abraços.
E o mammarracho do gaveto da Rua de Santa Bárbara também embeleza. Obrigado!
ResponderEliminarÀ esquerda do fotógrafo, existia(?) uma Igreja de culto evangélico, em cuja cave funcionava o Grupo 8 da AEP - Associação de Escuteiros de Portugal, à qual tive a honra e orgulho de pertencer.
ResponderEliminarClaro que já muito depois desta foto, mas é sempre bom relembrar estes lugares.
À esquerda do fotógrafo, existia(?) uma Igreja de culto evangélico, em cuja cave funcionava o Grupo 8 da AEP - Associação de Escuteiros de Portugal, à qual tive a honra e orgulho de pertencer.
ResponderEliminarClaro que já muito depois desta foto, mas é sempre bom relembrar estes lugares.
Grato sou eu pela seu comentário. Cumpts.
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