Recebido o recado [abrir um livro em tal pág. e transcrever um parágrafo, já não sei qual], sigo o conselho e não me volto para a estante atrás... Hesito entre o dicionário e o Guia de Portugal aqui diante, na secretária; pego no Guia que está mais perto.
« Ir depois, em carruagem, à Batalha, avançar para Aljubarrota, tomando, em São Jorge, o caminho de Porto de Mós, donde no mesmo carro se pode alcançar a maior parte do percurso até ao ponto culminante da Serra dos Candeeiros.»
Raúl Proença, Guia de Portugal, 1.º v., Generalidades; Lisboa e arredores, 1.ª ed., Lisboa, B.N., 1924, p. 161. [Reedição da Fund. Calouste Gulbenkian, imp. 1991, que reproduz fielmente a 1.ª ed. de 1924].
Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Batalha, c. 1965-70.
Se tenho pegado no dicionário também teria tido a sua graça (autoplastia; por pouco não seria autópsia, que é a entrada seguinte).
Em todo o caso cá está o postal. Fui naquela camioneta da carreira de cores garridas, que leva mais gente que a carruagem. Mas noto que o cocheiro parou esta última ali à direita na sombra.
O desafio fica com os visitantes 80061-80065.
Postal [em tempos] no foro dos Transportes XXI.
Obrigada, Caro Bic Laranja. Aproveito para o felicitar pelos «posts» que aqui tem colocado e «cruzado» com outros «bloggers» sobre a nossa velha Lisboa. Estou sempre a aprender. :-)
ResponderEliminarTambém eu! Também eu! Não tem nada que agradecer. Cumpts. :)
ResponderEliminarQue autocarro fantático... deve ser uma caravana estrangeira não?!
ResponderEliminarA julgar pelas grades por cima, talvez seja mesmo uma camioneta da carreira. Cumpts.
ResponderEliminarÉ tão lindo este mosteiro. Lembro-me duma cena dum filme qualquer português, em que os protagonistas passavam de carro por ali.
ResponderEliminarÉ assim um encanto para o viajante da A1 (acho eu que é a A1). Fiz este percurso milhares de vezes.
Cumpts
É a Nacional nº 1. O mosteiro é uma obra-prima. Em Portugal só tem par nos Jerónimos. Desta escala, no estilo gótico, não temos mais nada. Cumpts.
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