Ontem uma senhora velhota meteu-se a brios de atravessar a faixa central nascente do Campo Grande, aí onde vedes o carro na fotografia.
É preciso ter muita calma para atravessar ali. E ela, claro, teve-a...
Igreja do Campo Grande, Lisboa, 1941.
Fotografia de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Adorei o "claro". Em tempos mais movimentados, Caro Bic, este Seu pobre servidor ia ficando debaixo de um autocarro, neste mesmo Grande Campo. Fui safo por um Conhecido que me puxou in extremis. Assim, peço que me desculpe a solidariedade para com a Velhota... Abraço
ResponderEliminarNão tem que se desculpar. A senhora atravessou muito antes de eu passar. Já vê: a melhor maneira de fugir a um radar é devagar. Muito devagar. Cumpts.
ResponderEliminarOlá Bic Laranja. Descobri este teu blog na net e fiquei entusiasmado quando percebi que conhecias Chapi-Chapô... Por acaso não tens contigo uma episódios ?? o meu e-mail é jean_paul@aeiou.pt. Obrigado
ResponderEliminarBem-vindo, Jean-Paul. Episódios não tenho; mas veja aqui: http://youtube.com/results?search_query=chapi+chapo . Cumpts.
ResponderEliminarExcelente "link" para velhas relíquias automóveis.
ResponderEliminarMuito gostei de ver a "brochura" do Hillman Minx dos anos 50, igual ao que o meu avô teve. Velhos tempos ...
Grato por saber. Cumpts.
ResponderEliminarTambém aqui o cenário mudou um bocadinho.
ResponderEliminarSim. As árvores cresceram. E os prédios adiante também. Cumpts.
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