Quando as drogarias se me acabam é uma arrelia. Substituir um desodorizante ou uma loção da barba por um artigo igual - à velocidade alucinante com que as marcas mudam rótulos, símbolos, designações, descrições, embalagens - deixa-me totalmente baralhado. Nunca encontro o que quero no meio da rotulagem nova. E pelo que me apercebo os produtos mantêm-se, só as embalagens mudam; doutro modo sou eu que tendo a trocar de marca. |
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Drakkar Noir
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É curioso, também o usei, anos atrás. Abraço
ResponderEliminarAcha que já acabaram estes produtos? Olhe, por causa de uma mochila giríssima preta de dimensões reduzidas que, em determinada perfumaria, eles vendiam/ofereciam caso comprassemos 4 produtos da marca, acabei por fazê-lo, há cerca de uns 10 anos se bem me lembro, porque um dos meus filhos queria aquela mochila à força... Produtos carinhos, convenhamos, tendo em conta que eu queria ùnicamente a mochila, mas enfim (ele era muito miúdo para usar produtos destes e mesmo que o não fosse não os usaria porque não gostava e continua a não gostar de aromas intensos e os Drakkar são-no de facto, embora de grande qualidade). Muito bonitas as embalagens, sóbrias como se exige e com um aroma bem agradável ainda que forte para o meu gosto pessoal, mas isso sou eu que não aprecio os aromas demasiado intensos em perfumes ou colónias para homem ou senhora. Mas também de Guy Laroche não seria de esperar outra coisa, que eles não fossem de excelente qualidade quero eu dizer. Pois aceite com os meus parabéns pelo seu gosto requintado em produtos desta natureza.
ResponderEliminarP.S.: Se lhe disser que, dos 4 produtos comprados há tanto tempo, duas das embalagens continuam ali pràticamente cheias, acredita? Pois é verdade, ele continua a achá-los muito fortes e eu acho que ele é palerma, mas paciência. Os outros meus filhos preferem outra gama de produtos, que neste género de coisas as preferências são muito pessoais. E eu não as deito fora não só porque ainda contêm o produto quase na totalidade (o que seria um desperdício, eu acho), que extraordinàriamente mantém a mesma qualidade inicial, mas também porque gosto das embalagens.
Maria
Réprobo: O que me fez espécie foi que acabou. // Maria, obrigado pelo seu amável comentário. Julgo que o Drakkar Noir acabou, sim. Pelo menos deixei de o ver desde há muito. Confesso que já me esqueci complentamemte da fragrância do perfume. // Cumpts.
ResponderEliminarO meu pai usava-o.
ResponderEliminarCumpts
:) Cumpts.
ResponderEliminarSo tenho a acrecentar que o perfume da foto me fazia perder a cabeça. Se algum desventurado me agradasse e usasse esse perfume estrava tramado! Alias tenho a sensaçao que a fragancia ultrapassava eventuais defeitos... acho que era Culpa do "bergamotto". >:>>>
ResponderEliminarUm perfume cheio de potencial... Com evidentes vantagens. :) Cumpts.
ResponderEliminarTraz me boas recordações. Assim como Jazz e Photto, que também marcaram época (pelo menos para mim!:D)
ResponderEliminarGrato pelo comentário. Cumpts.
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