Caríssimo Bic: Tanto quanto sei, os estragos feitos no chão de uma sala junto ao antigo refeitório (no piso inferior do Convento, geralmente fechado ao público), foram-no em 1941, pelo próprio Alfred Rosenberg, que esteve lá, à procura de uma entrada para a cripta sob a Charola. Acabaria por a encontrar, através de uma passagem que a ligava à cisterna do Castelo. Mas, ao que conta um velhote que então acompanhou a busca luso-germânica, não foi encontrado o tesouro (nem parece que fosse isso que Rosenberg estivesse à procura). Seria mais voltada para as teorias e estudos iniciados por Otto Rahn. Ainda há poucos anos, um grupo de escutas tentou seguir por essa passagem até à Cripta, o que acabariam por conseguir, e tiraram algumas fotografias (mazinhas). Mas voltaram apressadamente, pois diziam que havia partes em risco de derrocada. Quanto à hipótese aventada pelo Caríssimo Réprobo, também não me admiraria nada, pois os «trabalhos de restauro» encobrem muitas vezes verdadeiras operações de saque.
mete dó o estado de degradação a que deixaram chegar esta obra-prima.
ResponderEliminarVisitei-o há pouco tempo e assustei-me.
Pobre país!
Passámos lá em 2006. Pelo menos a charola estava livre dos andaimes que lá vira anos antes. Mas talvez fosse preciso mais, sim. Cumpts.
ResponderEliminarOse estragos seriam todis resultantes de buracos abertos na senda do tesouro dos Templários? Ab.
ResponderEliminarCom a gosma dos tempos que correm não me admiraria. Cumpts.
ResponderEliminarCaríssimo Bic: Tanto quanto sei, os estragos feitos no chão de uma sala junto ao antigo refeitório (no piso inferior do Convento, geralmente fechado ao público), foram-no em 1941, pelo próprio Alfred Rosenberg, que esteve lá, à procura de uma entrada para a cripta sob a Charola. Acabaria por a encontrar, através de uma passagem que a ligava à cisterna do Castelo. Mas, ao que conta um velhote que então acompanhou a busca luso-germânica, não foi encontrado o tesouro (nem parece que fosse isso que Rosenberg estivesse à procura). Seria mais voltada para as teorias e estudos iniciados por Otto Rahn.
ResponderEliminarAinda há poucos anos, um grupo de escutas tentou seguir por essa passagem até à Cripta, o que acabariam por conseguir, e tiraram algumas fotografias (mazinhas). Mas voltaram apressadamente, pois diziam que havia partes em risco de derrocada.
Quanto à hipótese aventada pelo Caríssimo Réprobo, também não me admiraria nada, pois os «trabalhos de restauro» encobrem muitas vezes verdadeiras operações de saque.
Abraço a ambos.
O seu comentário é deveras interessante. Obrigado!
ResponderEliminarBoas tardes,
ResponderEliminarAlguém sabe como posso contactar Carlos Portugal?
Obrigado