Desculpe-me, pelas omissões! Vós (Vexa) tem tido um trabalho monumental, de excepção e interessantíssimo sobre o passado. O Bic Laranja tem sido um dos meus locais de Paz, de desagravo, de boas memórias. Muito grato. Bem haja!
Quando vim viver para Lisboa e morava na Belavista à Lapa era mais o plim! Plim! olhó o vinte óito e a corrermos que nem doidas para a paragem. Era uma casa de "estudantas" :)
Caro Bic Laranja, lembrou-me do tempo em que também chamava «plim-plins» aos eléctricos. Só não me recordo de fazer qualquer menção a Xabregas. Nessa altura, além de ignorar quase todos os nomes de ruas e bairros de Lisboa, procurava, aos raros que conhecia, dar um sentido. Se me perguntavam, por exemplo, onde morava, respondia: «Na rua sem pai e pina (Sampaio e Pina)». E acrescentava, rapidamente: «Mas tenho pai!»
Desculpe-me, pelas omissões!
ResponderEliminarVós (Vexa) tem tido um trabalho monumental, de excepção e interessantíssimo sobre o passado.
O Bic Laranja tem sido um dos meus locais de Paz, de desagravo, de boas memórias.
Muito grato.
Bem haja!
Obrigado eu!
ResponderEliminarQuando vim viver para Lisboa e morava na Belavista à Lapa era mais o plim! Plim! olhó o vinte óito e a corrermos que nem doidas para a paragem. Era uma casa de "estudantas" :)
ResponderEliminarPois! Senão era um bela vista para o... próximo eléctrico. :) Cumpts.
ResponderEliminarCaro Bic Laranja, lembrou-me do tempo em que também chamava «plim-plins» aos eléctricos. Só não me recordo de fazer qualquer menção a Xabregas. Nessa altura, além de ignorar quase todos os nomes de ruas e bairros de Lisboa, procurava, aos raros que conhecia, dar um sentido. Se me perguntavam, por exemplo, onde morava, respondia: «Na rua sem pai e pina (Sampaio e Pina)». E acrescentava, rapidamente: «Mas tenho pai!»
ResponderEliminarAh! Ah! Que história engraçada. Cumpts.
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