Do Relógio.
Antes da pergunta da Scarlata se pôr.
Terrenos [adjacentes à Av. Marechal Gomes da Costa], Lisboa, 1961
Arnaldo Madureira, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Ao fundo vem uma viatura [é um autocarro de porta à frente] descendo do aeroporto. É na Av. das Comunidades.
Tenha eu engenho e arte para lhe mostrar, um destes dias, como me emocionou esta fotografia (de Arnaldo Madureira, pois claro). A ver com o aeroporto e os Caravelles da TAP.
ResponderEliminarAbraço
Quando vinha a Lisboa em pequenina, sentia o poder da capital logo no relógio da relva da rotunda do Relógio.Achava aquilo um monumento.
ResponderEliminarO Bairro do Relógio foi demolido e ainda bem era já um perigo para a segurança e salubridade dos seus habitantes.
Mas hoje é dia da maior feira ambulante de Lisboa (exceptuando a do dia 1ª de Maio) que é a Feira do Relógio. E cuidado em não levar ouros, relógios e telemóveis e segurar bem a mala e carteira:)
Grato por saber. Fico na expectativa. Cumpts. // Relógio de relva? Pois seja... Cumpts.
ResponderEliminarsim, na rotunda do aeroporto os relógios eram na relva, com ponteiros mecanicos e flores e plantas a marcar as horas e os minutos, bem mais bonitos do que os montrengos que lá estão hoje.
ResponderEliminarEra mas não é mais.................a relva deu lugar a outras coisas mais. Errado !? Certo!?
ResponderEliminarBom domingo
Pois eram de relva, se na relva se mexiam os ponteiros. Era como eu o via! Achava um prodígio. Luar, também te lembras :)
ResponderEliminarMas o de hoje é de quatrzo, Luar... // De relva flores era um tudo-nada rústico, Intemporal. // Não desdenhei de si Dona T.; e sei que tenho um postal desse relógio algures... // Cumpts. a todas.
ResponderEliminarO relógio, hoje de quartz, deveria ter sido completado por jactos de água que assinalariam os segundos. Pelo menos era isso que estava no projecto. Também a descida da Av. Marechal Gomes da Costa deveria ter sido mlehor arranjada. O talude, do lado direito de quem desce, está a precisar.
ResponderEliminarFiquei com uma dúvida - será que a viatura está a descer do aeroporto pela Av. das Comunidades em direcção à Rotunda? É que me parece ver-se o viaduto da 2ª circular (que julgo ter sido construída por esta altura). Se assim for, a Av. das Comunidades passaria por baixo do viaduto. Se assim for, a viatura estaria na Av. Cidade do Porto, que sobe (e depois desce) da Rotunda para os Bombeiros da Encarnação...mas é estranho a viatura vir em direcção à Rotunda. Fiquei baralhado. Obrigado!
ResponderEliminarCumprimentos.
Amigo Bic está zangado comigo?? Não esteja sempre fui frontal mas compreedo e aceito as opiniões dos outros... Beijinho
ResponderEliminarQue bonita foto!
ResponderEliminarCheguei a andar nesses autocarros de dois andares que iam para Chelas.
Obrigada. ;-)
Nem sonhe amiga Luar! Faltou o ponto de exclamação para marcar a ironia e um sorriso :) ou um piscar de olho ;) para reforçar a boa disposição. A referência ao quartzo, por oposição à relva, foi como dizer ironicamente: - Ah! se é de quartzo é mai' moderno, logo é muito melhor! Relva é boa para pastagens e ovelhinhas, coisa rústica e saloia! Como vê estamos (como sempre) de acordo. Mas quando discordar pode dizê-lo; gosto de ouvir a sua opinião à mesma. Um beijo para si.
ResponderEliminarPedro: A Av. Cidade do Porto esconde-se por trás da colina do lado de lá da Marechal Gomes da Costa (cujo talude hoje necessita de obras, segundo diz). O troço da 2ª circular entre o Campo Grande e o Aeroporto suponho ser de 1970. Mas não sei se o veículo que se vê nas Alameda das Comunidades desce ou sobe. Nem sei se não é um autocarro como este em 1º plano... Também estou baralhado. Cumpts. e obrigado pelos comentários.
ResponderEliminarGrato por saber. Obrigado pela visita, Scarlata!
ResponderEliminarBOAS ESTA FOTO REPRESENTA O ALTOCARRO A SEGUIR NO SENTIDO RELOGIO CABO RUIVO NA ALTURA CONSTRUIA-SE AS VIVENDAS ONDE HOJE ESTÁ O SAP
ResponderEliminarPois sim! Há vivendas onde havia olival esparso. Cumpts.
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