« A camponesa de Fiães, vinda da sua lavra, pousou a braçada da horta no degrau e rezou as suas devoções. Agora que a tarde cai, regressa ao lar.» (*)
O resto é folclore.
(*) José Hermano Saraiva, Jorge Barros, O Tempo e a Alma; Itinerário Português, v.1, Círculo de Leitores, [Lisboa], imp. 1986, p. 18.
Fotografia: Jorge Barros, op. cit..
Meu Caro Bic Laranja: tanto a Camponesa como os Senhores que todo o Santo Dia entram pela outra porta praticam uma actividade de subsistência: ela, a agricultura, os outros teatro. Ah, quanto às devoções é que não há contacto. O palco guardado pelas sentinelas nem serve para peças sacras...
ResponderEliminarAbraço.
Palcos de luz e sombra: o gótico singelo e o 'clássico' faustoso; a devoção genuína e os sacripantas. A subsistência traz o mesmo nos dois palcos, sim: um molho de nabiças.
ResponderEliminarObrigado Paulo! Cumpts.