- Ao movermos um qualquer objecto F dum ponto A para um ponto B, o que lhe acontece? - F é deslocado de A para B, obviamente. - Não! O objecto F é deslocalizado.
Meu Caro Bic Laranja: é que, sendo B local estrangeiro e concorrente, com mão d´obra mais barata, há que tentar increpar a entidade que o preferiu a nós. "Deslocalizar" é evidente que só pode querer significar, pela construção, "tirar local". Ora, nem eu nem o meu Amigo gostávamos que nos chamassem «Seu sem-local!». Está tudo explicado, não poderia querer dizer uma mera mudança, como muito bem explicou. Abraço.
Pelas consequências humanas, pode ser de facto mais (pior) que uma mera mudança. Por tal, se bem entendi, 'deslocalizar' acentuaria uma ideia negativa sobre aquele que se transfere. Muito bem! Mas se assim é, preferirei dizer do bom vernáculo (à maneira de Bordalo) àquele que se transfere, a andar com rodriguinhos de linguagem. Cumpts. P.S.: oxalá tudo se resolva!
M. C. Biclaranja e permita-me que assim o faça M. C. Paulo Cunha Porto. Ao primeiro os meus sinceros parabéns pela pertinência. Aos dois diria que são demasiado generosos com estes verdadeiros salteadores da era moderna, não é uma questão de semântica, semeiam verdadeiros dramas humanos com repercussões de uma gravosidade que ainda não se pode calcular. Cabe a cada um de nós começar a "cruzada " da defesa daquilo que é nacional, por força da União, aquilo que é europeu.
Obrigado, amigo! A intenção do verbete (parace-me que falhada) era fustigar derivações (da moda), próprias de locutores sem vocabulário. Mas o drama maior está no 'pior' que suspirei no fim... Cumpts.
Curiosamente, foi à palavra que dei atenção. Por mais que tente, não a entendo. Deslocar não servia??? Será que na Matemática também vou passar a "deslocalizar" figuras? Quanto ao resto, estas multinacionais entendem-se muito bem com os governos que vamos tendo... infelizmente.
Cara Floreca: tem inteira razão; inteira razão. Aliás era isso o foco (focalização, hão-de dizer os 'deslocalizadores') principal deste escrito. Mas estamos condenados (e a Matemática) à ignorância. Políticas de governos. Cumpts.
Meu Caro Bic Laranja:
ResponderEliminaré que, sendo B local estrangeiro e concorrente, com mão d´obra mais barata, há que tentar increpar a entidade que o preferiu a nós. "Deslocalizar" é evidente que só pode querer significar, pela construção, "tirar local". Ora, nem eu nem o meu Amigo gostávamos que nos chamassem «Seu sem-local!». Está tudo explicado, não poderia querer dizer uma mera mudança, como muito bem explicou.
Abraço.
Pelas consequências humanas, pode ser de facto mais (pior) que uma mera mudança. Por tal, se bem entendi, 'deslocalizar' acentuaria uma ideia negativa sobre aquele que se transfere. Muito bem! Mas se assim é, preferirei dizer do bom vernáculo (à maneira de Bordalo) àquele que se transfere, a andar com rodriguinhos de linguagem.
ResponderEliminarCumpts.
P.S.: oxalá tudo se resolva!
M. C. Biclaranja e permita-me que assim o faça M. C. Paulo Cunha Porto. Ao primeiro os meus sinceros parabéns pela pertinência.
ResponderEliminarAos dois diria que são demasiado generosos com estes verdadeiros salteadores da era moderna, não é uma questão de semântica, semeiam verdadeiros dramas humanos com repercussões de uma gravosidade que ainda não se pode calcular. Cabe a cada um de nós começar a "cruzada " da defesa daquilo que é nacional, por força da União, aquilo que é europeu.
Obrigado, amigo! A intenção do verbete (parace-me que falhada) era fustigar derivações (da moda), próprias de locutores sem vocabulário. Mas o drama maior está no 'pior' que suspirei no fim... Cumpts.
ResponderEliminarCuriosamente, foi à palavra que dei atenção. Por mais que tente, não a entendo. Deslocar não servia??? Será que na Matemática também vou passar a "deslocalizar" figuras?
ResponderEliminarQuanto ao resto, estas multinacionais entendem-se muito bem com os governos que vamos tendo... infelizmente.
Cara Floreca: tem inteira razão; inteira razão. Aliás era isso o foco (focalização, hão-de dizer os 'deslocalizadores') principal deste escrito. Mas estamos condenados (e a Matemática) à ignorância. Políticas de governos. Cumpts.
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