Salvo erro, foi prenda de casamento dos meus pais. Até finais dos anos 70 não me recorda doutra telefonia lá em casa. Nessa época a minha mãe dizia:
-- Para quê outra se esta dá música moderna e toca alto?
Schaub Lorenz Viola 56 III Type 3227 (OM OC1 OC2 OC3)
Foto: www.radiosantigos.com.
Tina Charles - I Love to Love
M.C. Biclaranja
ResponderEliminarAi as memórias, que trazes à tona. Lá pela terra a primeira e única durante muito tempo, foi uma Siera que até teve direito a uma vestimenta, chamada de cortina, era para não apanhar pó.Dava música moderna, tocava alto e pela calada da noite ouvia-se a Rádio Moscovo, aquando da crise do Santa Maria, pena que não tenha nenhum retrato.Pelo reavivar da memória grato e aquele abraço.
O meu avô tinha uma ainda mais velha do que essa; era mesmo do tempo dos Afonsinhos! Aliás, ele tinha uma parafernália de rádios dada a sua profissão! :) Bonita, a tua telefonia! :)
ResponderEliminarA lá de casa, certa vez incendiou-se e a minha mãe pregou com ela debaixo da torneira do lava-loiças. Depois de arranjada tornou a tocar. Cumpts.
ResponderEliminarEsta, creio que é dos anos 50. Obrigado Caiê! Cumpts.
ResponderEliminarSabes que mais? Lembro-me perfeitamente dela.
ResponderEliminarAndo é a tentar pensar onde é que ela estava.
Grandabraço
Antes do tempo a que te referes lembro-me onde estava, mas depois, estou como tu. Grande abraço!
ResponderEliminarEm casa do pai da minha filha (lol) havia uma em lilaz!!!
ResponderEliminarCaro Bic, cá vai mais uma para o baú das recordações!
ResponderEliminarLá em casa havia um Philips com ondas curtas, em Bakelite negro, a válvulas, que levava uma eternidade a aquecer. Roncava como um bacorinho! Para minimizar os roncos colocávamo-lhe um copo com água em cima (e não é que resultava!)! E sim, também se escutava, baixinho, a Rádio Moscovo e a Rádio Argel...!
Um abraço.
Luar: então era igual a esta. // João: os roncos não seria russo ou árabe!? Em todo o caso, se pegasse fogo estáveis mais seguros com o copo de água à mão. ;) // Cumpts. a ambos.
ResponderEliminarE com toda a razão, caro Bic Laranja. Qual alta fidelidade, qual quê! O que se perdesse em rigor da reprodução compensava-se com a forma, que era regalo para a vista. Abraço.
ResponderEliminarBic Laranja,Encontrei o teu blog por acaso e gostei imenso:))Vou voltar! Beijos
ResponderEliminarObrigado Marysol; Gosto em tê-la por cá. // De feito, Paulo, tinha mais decibéis que pureza sonora; mas eram belos objectos que reuniam as famílias ao serão. // Cumpts. aos dois
ResponderEliminarAs recordações que me assolaram... depois de ler este post pela primeira vez fui a casa dos meus avós e no sotão encontrei o rádio que estava no centro da sala de estar e onde a minha avó insistia que ouvissemos as notícias. Para ela a televisão so servia para ver novelas.Penso que o que a desgostava eram mesmo as imagens de violencia... Obrigado pelo post trouxe-me coisas muito boas à memória
ResponderEliminarGrato por saber. Obrigado sou eu! Cumpts.
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