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quarta-feira, 29 de março de 2006

Portugal maior...

Livro ilegível... Portugal profundo:



Olhe que não! Olhe que não! [...]
Só vim fazer a rodagem ao carro.



Ou a História de Portugal resumida a  quatro Contos de réis.



É fazer as contas...








Livro ilegível
(http.paineis.org)

7 comentários:

  1. Decididamente, este é um país de acasos!
    Nasceu, por acaso, com o filho a bater na mãe; expandiu-se porque, por acaso, não tinha internamente condições para sustentar a sua população; tem tido, ao longo dos anos, “governantes” (?) que, por acaso, não sabendo governar a sua própria casa, acham que têm capacidade de governar as dos outros, que fogem para paragens que lhes garantem mais “tacho”…!

    Um abraço

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  2. Podemos ser um País de acasos João, mas somos seguramente um País de grandes feitos.
    Este post pela sua pertinência foi parar ao Plagiadíssimo.
    Passa por lá e fica bem.

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  3. Grandes feitos sim; que, por acaso, nos chegam agora narrados em afirmações de profunda antologia. Grande feito será (e não admira que o venha a ser) o êxito de vendas de tão criteriosa obra. Ou não estivesse este povo (talvez já menos por acaso) tão tomado pela imbecilidade. Cumpts. a ambos e obrigado pelas visitas.

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  4. Meu Caro Bic Laranja:
    Aqui entre nós, apesar de a cronologia o não aconselhar, a primeira citação ficava nelhor a seguir à segunda...
    Abraço.

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  5. Eis um interessante critério que comporia estas frases ocas num certo sentido; mas nem a esse trabalho os autores se deram... Descartei-o aqui para não dar sentido àquilo que o não tem. Obrigado e cumpts.

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  6. a lembrar tudo e todos... e afinal... todos apenas lembramos os erros e apontamos os erros dos outro. Somo de um país onde parece ser difícil lembrar alguém com um elogio e apreço pelo bom trabalho... Beijinhos **

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  7. Não se trata de erros; é mediocridade. Mas olhe que somos muito porreirinhos; não sabe que elogiamos facilmente a mediocridade. Costuma dar na televisão... Cumpts.

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