Ao olhar interrogativo do rapaz do quiosque o freguês respondeu:
— São duas bicas, se faz favor!
A senhora que o acompanhava fez um sinal que não.
— Desculpe! Afinal é só uma — emendou o freguês para o rapaz. E adiantou € 0,50 sobre balcão.
Em pousando a bica o rapaz do quiosque avisou:
— É cinquenta e cinco.
Quando entregou a quantia que faltava, o freguês disse brandamente:
— Imagino que o patrão lhe paga mais que o mínimo.
— Por acaso não.
[Imagem daqui.]

Ainda têm a lata (efeito lata, percebes) de adiantar que é uma das formas de simplificar os pagamentos e de poupar nos trocos. Francamente!!!!! É por estas (não pelas outras)que não gosto de política. É demasiado adaptável para o meu feitio.
ResponderEliminarP.S. - Desta vez escreveste "imenso" no meu post. Estou admirada...ha, ha,ha!!!! Ainda gastas a tinta...(sim já sei, a irreverência a funcionar).
ResponderEliminarÉ ganância; mas usemos o eufemismo 'política'. Do (muito?!) que escrevi: também o seu artigo foi mais curtinho, embora lindamente ilustrado. Quem sabe se não foi para equlibrar! Cumpts.
ResponderEliminarCorrendo o risco de desapontar O Mocho, tenho de falar da política: o freguês era um agitador. Se a resposta fosse "sim", virava-se para os outros clientes e dizia: pois! À nossa custa. Como foi "não", está, não tarda, a convencer o empregado de que é exploradíssimo. Tudo de acordo com a propaganda afixada.
ResponderEliminarAbraço & beijinhos ao Passaroco.
O freguês procurava a razão (justa) para o efeito bica. Cumpts.
ResponderEliminarTeve piada... e ando eu sempre à procura de mais 5 cêntimos... =) Bjs *
ResponderEliminarLá se foi o argumento da simplificação dos trocos. Cumpts.
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