A primeira coisa que notei nos autocarros da Carris foi que eram altos.
A segunda, que tinham a frente parecida com os calhambeques. A minha mãe reforçava essa ideia porque lhes chamava latas velhas.
A terceira foi que, sendo verdes, tinham o volante forrado com uma fita encarnada.
Carris - 210, Amoreiras, c. 1970.
Foto: Cliff Essex.
Carris - 130, Rotunda, c. 1970.
Foto: Cliff Essex.
Depois, quando vi autocarros de um só piso, notei que neles o volante era forrado com fita verde. Foi a quarta coisa.
Fiz uma visita e gostei muito. Um pouco o recordar como era Lisboa e como está agora. Ainda me lembro das varinas, do "pitrólino", da água de Caneças.
ResponderEliminarUm blog mesmo interessante e que me despertou muita sensaçao! Para quem ama lisboa, um blog a passar todos os dias! Um grande bem haja por este ideia maravilhosa!
ResponderEliminarComo era bom ir no "andar" de cima no banco em frente da janela panoramica e descer aquela escada de caracol estreita (principalmente em movimento e aos saltos)...
ResponderEliminarBlog tão bom que até já vem nos destaques do Sapo! Os meus parabéns e continuação de bom "blogo", com qualidade! Beijinhos!
ResponderEliminarBem-vindos, Nando e Borboleta Azul: noto Lisboa incaracterística, caótica e asfixiante, por isso parece tão sensacional revê-la mais castiça, arejada e ordenada. - Luar: essa podia ser a 5ª nota sobre os autocarros da Carris. - Borboleta: muito obrigado; bejinhos para si e para a sra. D. Fátima. Cumpts. a todos.
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