Longínquas se tornam as memórias disto e daquilo...
Já podemos dar de beber aos animais.
Bebedouro, Praça do Comércio, Lisboa, 1912.
Fotos: Joshua Benoliel, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Fonte: Ilustração Portuguesa, 1912 - 27 de Maio, p.674 (ILU P25).
[Ou arranjar as varetas dos chapéus de chuva...]
Ainda bem, meu caro, ainda bem! A seca preocupava-me... Estavam muitos seres vivos a morrer à sede, enquanto muitos outros, despreocupados, se banhavam em litros de água desnecessariamente gastos!
ResponderEliminarBoa semana. Cpts*
A falar verdade, acreditei tanto na falta de água como na gripe das aves. Este aritgo deve-se a uma molha que apanhei. Cumpts.
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