O galo e as galinhas
Aelbert Cuyp, [s.d.].
Óleo sobre madeira, 48 x 45 cm, Museu de Belas Artes, Gand.
Os galinácios podem estar descansados. Não há razão para alarme pois a indústria dos humanos está produzindo em massa vacinas contra a gripe das aves. Diz que o governo de Portugal adquiriu dois milhões e meio de vacinas. Segue-se um subsídio às galinhas para elas poderem vacinar-se gratuitamente.
Lamento, mas sobre a gripe dos humanos não ouvi notícia.
Notas de pé de blogo:
Na 5.ª edição do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora encontro; epidemia, s. f. doença que ataca simultaneamente muitos indivíduos [...]; pandemia, s. f. pandemónio, confusão. Ultimamente ouço e vejo pandemia por epidemia generalizada (cf. Priberam, Língua Portuguesa On-line [*]). Então uma epidemia não é por definição uma coisa generalizada? Será uma pandemia de mau português?
[*] On-line no dicionário electrónico da Priberam dá este resultado:
A palavra não foi encontrada.
Olá. Hoje não vou comentar o teu Post. Venho pedir-te que actualizes os meus endereços, porque fechei definitivamente os Blogs do Sapo. Encontrar-me-ás em
ResponderEliminarhttp://www.mgrande.com/weblog/index.php/eternamentemenina/
e
http://meninamarota.blogspot.com/
pelo que agradeço antecipadamente a tua presença lá.
Um abraço e boa semana ;)
Agradeço-lhe a visita e o aviso. Tratei já de corrigir e hei-de visitá-la com muito gosto. Cumpts.
ResponderEliminarO que me aborrece nesta história toda são os milhares e milhares de animais mortos por meia-dúzia de outros que estão infectados; produzem-se milhões de vacinas para defesa do vírus mas ainda não se conseguiu produzir nenhuma para a sua destruição. Faz-me lembrar a história da seca em Portugal: primeiro morrem os animais e depois veêm os subsídios.
ResponderEliminarHá muita coisa que aborecce nesta história! A começar pelos humanos. Cumpts.
ResponderEliminarOra cá estou ... calmamente, sem confusões...porque realmente o pandemónio, perdão, a pandemia, são eles que a provocam!
ResponderEliminarEspecialmente a indústria "fabriqueira" de vacinas!
Estou a fazer-me entender, não é?
Gostei da imagem: essas são realmente umas galinhas (e galo) de antigamente, sem vírus!
Um abraço e um sorriso ;)
Tudo se percebe: chamam a este género de coisas 'janelas de oportunidade' voltadas sobre 'nichos de mercado'. É preciso dar sota e ás a estas coisas. Cumpts.
ResponderEliminarAi, BIC, tira-me as coitadinhas das galinhas daqui para fora. Por onde andas? Falta de tempo ou engripado (como eu)?
ResponderEliminarLamento que esteja doente. Cuido que se restabeleça rapidamente. Conto tornar a redigir neste blogo muito em breve. Cumpts.
ResponderEliminarBic, eram consultores ou inspectores das finanças (podes dizer, só cá estamos os dois, hi, hi, hi)...
ResponderEliminaristo está um pandemónio-coitadinho dos bichinhos estão sujeitos a tudo-mas ficaram muito bem nesta pintura-muito bonita na verdade, tal como são todas as aves e já agora todos os animais que o homem tenta dizimar.
ResponderEliminarMocho, eram consultores: uma fornada tenrinha debitando soluções de catálogo sem a mínima capacidade de análise... Ana Maria, quase se pode dizer que os animais estão entregues à bicharada. Obg. e cumpts a ambas.
ResponderEliminarMocho so duas,faz talvêz 35 anos que os jornais escreviam que éra possivel havêr uma falta de (prestone)o prestone so uma vêz na vida métes isso no carro,radiador. Num abrir e fechar olhos houve falta,os prêços very fast up.
ResponderEliminarNum comicio organisado para os pensionatos, duma industria,houve informaçôes ao respeito do dinheiro la dentro que nos restava!As suprêzas d'Enron no tio Sam sabes! No probelemo,ok, os medicamentos ,hospitalisaçôes,tanto aqui como no estranjeiro .OK as companhias farmaceuticas para conbaterem os genéricos,fazem uma pequena alteraçâo na pilula,depois existe raridade na pilula genérica no mercado.Bingo..pagas um prêço rico-ou morres pêla mesma pilula. Quem fisér melhor dê um passo em frente.