Fomos ontem a Lagos depois do jantar. Enquanto passeávamos calmamente na marginal da marina topámos com Bartolomeu Dias que nos brindou com o seu retrato.
A noute estava algo fresca. Prosseguir a pé em trajos estivais ameaçava tornar-se um cabo das tormentas. Tomámos um café asinha e seguimos vendo a cidade, de carro. Lagos via-se povoada com leda gente com boa esperança nos folguedos nocturnos.
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