Ministros, deputados e políticos de aparelho pelam-se pelo politicamente correcto, por vergonha de serem ortodoxos.
Governantes, gestores públicos e banqueiros descredibilizam-se na razão directa do seu (des)crédito pelo bem comum.
Edis, vereadores e empreiteiros oferecem acessibilidades tão rotundas quanto lhes acede, incontornável, a riqueza.
Advogados e juristas, é vê-los contratualizar; não bastava simplesmente contratar?
Comentadores, jornalistas e bem-falantes confundem temas fracturantes da moda e reles coscuvilhice com jornalismo heterodoxo.
Taxistas e passageiros alardeiam alarvidades alicerçados culturalmente n' A Bola.
O Português hiper abastarda-se... mega além de Latim de bárbaros.
Quem lhe deita a mão?
segunda-feira, 20 de junho de 2005
Os bárbaros
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